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outubro 01, 2010

URGENTE: Santuário das Fadas está sendo soterrado. Ajudem.

O Santuário das Fadas, que é responsável pelo resgate, junto aos Ativistas pelos Direitos Animais, pelo recebimento e manutenção de animais vítimas de atos de abuso e maus tratos, como caprinos, suínos, bovinos e galináceos, dentre outros, está precisando MUITO da SUA solidariedade.

Devido às chuvas, a área, de declive, desabou e muitos dos locais estão soterrados. O lado dos patos foi engolido pela terra. Os animais precisarão de abrigos provisórios e precisarão ser retirados. A entrada do local está coberta por terra.


Patrícia, mantenedora do Santuário, está sem dinheiro para contratar mão-de-obra para ajudá-la nos trabalhos no local. Ela está sem ajuda de custo.

Por favor, ajudem o Santuário das Fadas a continuar vivo. Ajudem os animais que, lá, encontraram liberdade e dignidade. Contribua com a recuperação do Santuário das Fadas, independentemente da região onde você more.

Divulgue para os seus amigos, familiares, colegas de trabalho. Juntos, podemos modificar a situação atual, que é caótica.

Contribua com qualquer quantia mas, por favor, vamos fazer uma corrente do bem.

Nome: Patrícia Fittipaldi
Banco: Itaú
ag. 0488
c/c: 59501-8

Telefone da Patrícia: (24) 2222-9665

Conheça o Santuário pelo site: www.santuariodasfadas.org

Pela Abolição da escravidão animal.
Pela Criação da Rede Solidária de Suporte à causa Animal.

julho 07, 2010

África do Sul: ONG contra a crueldade com animais faz evento pró-Jabulani

Peta fará manifestação com modelos nus e corpos pintados com bandeiras dos países participantes da Copa para agradecer por bola sem couro animal

vaca preta placa
Muitos criticaram a Jabulani. Outros disseram que ela não era tão ruim assim. Elogios foram poucos, bem poucos, e vieram não de quem não joga futebol, mas de quem protesta contra a crueldade com os animais.
A organização Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais, na sigla em inglês) vai promover na quinta-feira, em Joanesburgo, um evento para agradecer pelo fato de a bola da Copa do Mundo ter sido produzida sem utilizar couro de origem animal, com 32 modelos nus com o corpo pintado com as cores das bandeiras os países participantes do Mundial.

maio 29, 2010

ONG protetora dos animais compra ações de 80 empresas para influenciar em decisões



Kraft



A organização de proteção aos animais Peta (Pessoas pela Ética no Tratamento de Animais, na tradução para o português) comprou ações de pelo menos 80 empresas cujas práticas a ONG condena, entre elas o McDonald's e a Kraft Foods.
O investimento faz parte de uma estratégia para diminuir a ocorrência de maus tratos a animais por parte da indústria de alimentos. Tornando-se acionista, a entidade tem o direito de apresentar suas ideias e seus estudos diretamente aos diretores e outros acionistas dessas companhias.
Segundo o jornal britânico Telegraph, a iniciativa parece estar funcionando. Os supermercados Safeway e os restaurantes Ruby Tuesday já concordaram em comprar produtos de fornecedores que pratiquem o abate de maneira mais 'humana', após terem sido apresentados às pesquisas da Peta. Essas empresas também optaram, desde então, por adquirir ovos de galinha e carne de porco de animais criados ao ar livre.
A organização é conhecida em todo o mundo por utilizar táticas pouco tradicionais e muito chamativas para protestar contra os maus tratos a animais. Uma de suas campanhas publicitárias, que condena a indústria de peles, traz celebridades nuas ao lado da frase 'Fique confortável na sua própria pele. E deixe os animais manterem a deles'. Pamela Anderson, Roger Moore e Sadie Frost são alguns dos famosos que já participaram da iniciativa.
Outras estratégias incluem mulheres semi-nuas tomando banho nas esquinas de ruas movimentadas, com o objetivo de chamar a atenção para a quantidade de água utilizada na produção de carne, além de pessoas espremidas em gaiolas para protestar contra a criação em confinamento.


Fonte

maio 19, 2010

Após denúncia, Nestlé terá política contra desmatamento

A Nestlé anunciou dia 17 de maio a adoção de uma nova política interna que visa excluir o desmatamento de florestas tropicais de sua linha de produção, ao cortar de sua lista de fornecedores as empresas que destroem florestas para extrair matéria-prima da natureza.

A empresa tomou essa decisão após uma denúncia do Greenpeace sobre a procedência do óleo de dendê utilizado pela Nestlé para produzir chocolates como o KitKat. Segundo a ONG, o fruto era proveniente de áreas recém-desmatadas na Indonésia e sua extração estaria comprometendo a existência de espécies que já são ameaçadas de extinção, como os orangotangos. (Clique aqui e saiba mais.)

A ONG chegou a promover uma campanha mundial contra a ação da Nestlé. Em dois meses, milhares de pessoas contataram a empresa para avisar que não comprariam produtos ligados à destruição das florestas tropicais, o que fez com que a companhia alimentícia adotasse a política contra o desmatamento, anunciada ontem.

Segundo o diretor da campanha de Florestas do Greenpeace International, Pat Venditti, agora a ONG ficará de olho na Nestlé, para saber se a empresa de fato cumprirá sua promessa e adotará uma postura contra a destruição das florestas tropicais.

Fonte: Planeta Sustentável
via Planeta Vegetariano









Saiba mais sobre a Nestlé

abril 30, 2010

Apoio à crueldade: ONG dos EUA financia comerciantes que exploram animais


Por Lobo Pasolini  (da Redação)
A ideia é boa e original. Kiva usa o alcance global da internet para conseguir empréstimos para pequenos comerciantes no terceiro mundo que precisam de ajuda para iniciar seu negócio. Quando eu descobri o website quatro anos atrás, gostei da ideia e me tornei um dos muitos credores. Você escolhe um pequeno negociante de sua preferência, transfere o crédito para ele e  quando o total é alcançado você recebe um e-mail avisando. O dinheiro é restituído como crédito quando o beneficiário faz o pagamento e o ciclo começa de novo. 
Porém, à medida que fui explorando melhor o website, percebi que a Kiva faz empréstimos para pessoas que exploram animais e isso entrou em conflito com o fato de que os animais não são propriedade humana e eles não devem ser explorados por ninguém e em nome de nenhuma causa, mesmo que aparentemente “filantrópica”. Compaixão, ética e solidariedade devem ser princípios básicos nas propostas de ajuda. Jamais a exploração deve estar embutida como parte da suposta solução.
Eu resolvi retirar o meu dinheiro da Kiva, quando percebi que um dos seus beneficiários era um homem na Bolívia que, além da atividade para a qual ele necessitava do empréstimo (cada comerciante ganha uma página com um perfil, na qual expõe o que quer fazer e quanto de dinheiro já conseguiu), ele cria “galos de briga”, ou seja, uma pessoa que fornece animais para rinhas de galo. O texto que descrevia essa atividade faz uma forte apologia  dessa atividade violenta:
“Seu principal trabalho é como motorista de táxi. Ele é solteiro e seu desejo de melhorar sua vida é evidenciado pelo fato de que ele também cria galos de briga. Rinhas de galo (…) foram criadas pelos humanos para sua diversão. A origem dessas lutas está na Ásia (…). Na Roma antiga, galos de briga era usados para inspirar coragem. Mais tarde, essa prática foi trazida para as Américas pelos conquistadores espanhóis.” Leia mais no site da Kiva.
Achei estranho que esse texto tivesse sido liberado para figurar no website da Kiva. Erros acontecem, por isso eu resolvi escrever para eles, alertando-os para o fato. Essa foi a resposta que eu recebi:
“Nós apenas proibimos empréstimos para atividades de negócios que são ilegais no país de origem ou empréstimos que, mesmo legais, violam as principais convenções da ONU. Nós confiamos que nossos parceiros de campo tomem suas decisões porque eles são familiarizados com as comunidades e culturas onde seus emprendedores vivem e trabalham. Ao passo que um empréstimo pode parecer ofensivo para uma pessoa, ele pode ser completamente normal em outro contexto cultural.”
Fiquei surpreso com essa política absolutamente questionável em relação à ética, por isso me sinto aliviado em ter me dissociado dessa ONG com um visão um tanto quanto limitada de justiça social. De fato, me arrependi de um dia ter apoiado essa organização que, no único contato que fiz com a qual, me deu uma resposta impessoal e que totalmente ignorou o meu motivo de preocupação.
Eu tive a impressão de se tratar de uma entidade com a mesma abordagem de uma empresa quando recebe uma reclamação: se não gostar, procura outra. Bem-estar animal não parece estar estar na agenda da Kiva. Por se tratar de uma empresa de ação global, usar a velha desculpa de ‘contextos culturais’ para ignorar o sofrimento alheio não cola. Então seria aceitável financiar alguém que forneça equipamento para mutilar genitalmente mulheres em um país onde isso é culturalmente aceito?
Justiça deve ser universal e ir além do que é tecnicamente legal. Ela tem que ser aplicada para todos os seres vivos que habitam este planeta e para a natureza que mantém esse organismo vivo em funcionamento. A perspectiva vegana não comporta essa visão parcial e excepcionalista do elemento humano na Mãe Terra. Por isso eu convido todos os veganos que estão lendo este texto a pesquisarem com muito cuidado a política de uma ONG antes de dar seu apoio a qualquer instituição. Você poderá estar apoiando a exploração animal por tabela.

abril 26, 2010

A favor da vida - Protesto em São Paulo marca o Dia Mundial Antivivissecção


Por Lilian Garrafa  (da Redação)
Cerca de 150 ativistas se reuniram em São Paulo neste domingo (25), em uma manifestação pelo Dia Mundial Antivivissecção. O evento foi organizado pelo grupo Consciência Veg e teve apoio de diversas ONGs, como Holocausto Animal, Veddas, Instituto Nina Rosa, Ativeg, Anda, entre outras. Os manifestantes deram um exemplo de ativismo e união ao juntarem forças e vozes pela mesma causa.
Distribuídas nas calçadas, gaiolas com ativistas simulavam o sofrimento pelo qual passam os animais usados como cobaias em laboratórios. Simultaneamente foram distribuídos panfletos entre os transeuntes que se mostravam interessados em entender a razão da manifestação.

abril 10, 2010

Corrida pela Água – Dow Live Earth Run for Water






No dia 18 de abril de 2010 em 50 cidades ao redor do mundo milhares de pessoas vão se reunir com Joaquim Cruz, Carl Lewis, Diego Hipólito, Lars grael e outras celebridades para correr um percurso de 6Km que simula a mesma distância média que mulheres ecrianças percorrem diariamente para obter água em países em desenvolvimento.
Assista o video:






O evento se chama  Dow Live Earth Run for Water e é organizado pela ONG Dow e pela ONG Live Earth, fundada por Al Gore e  Kevin Wall.
No  Brasil o evento será realizado em São Paulo e no Rio de Janeiro. No evento será possível visitar espaços especiais chamados Water Villages e participar de atividades educacionais para aprender como utilizar a água de maneira consciente.
No Rio de Janeiro o evento será finalizado com um show de Jorge Ben Jor.
A inscrição para evento tem o custo de R$65,00 e dá direito a um Kit contendo camiseta, chip para cronometragem e medalha de participação. 10% de todo valor arrecadado será doado ao Instituto E e a WWF Brasil.
Para se inscrever acesse o site do evento.



março 25, 2010

Pôster que mostra cão como Hitler causa polêmica na Grã-Bretanha


Cartaz da Peta
Cartaz não foi considerado ofensivo pelas autoridades
Um pôster de uma ONG criticando criadores de cães de raça e que mostra um pequeno cão com um bigode no estilo do ditador Adolf Hitler causou polêmica na Grã-Bretanha.

O cartaz da organização Pessoas Pelo Tratamento Ético dos Animais (Peta, na sigla em inglês) traz a legenda “Raça superior? Errado para as pessoas. Errado para os cachorros. Boicote os criadores. Adote.”
O cartaz faz parte de uma campanha encorajando os britânicos a adotarem cães encontrados em abrigos de animais em vez de comprá-los.
O Kennel Club, entidade que representa os criadores no país, entrou com queixa contra o cartaz, mas a autoridade que regula a publicidade na Grã-Bretanha (ASA, na sigla em inglês), considerou-o "não ofensivo".

ONG quer usar mãe de óctuplos em campanha pela castração de animais

Peta propôs a Nadya Suleman colocar cartaz em seu jardim.
Mãe de 14 filhos, ela deve US$ 450 mil de hipoteca.


Foto: AP

Imagem divulgada pelo Peta (entidade que defende o tratamento ético de animais) mostra cópia de anúncio que a ONG quer colocar no jardim da casa de Nadya Suleman, a americana mãe de óctuplos na Califórnia. O cartaz traz uma mensagem favorável à castração de animais: 'Não deixe sua cadela ou gata se tornar uma octomãe: sempre castre', numa tradução livre. Suleman tem um total de 14 filhos e deve US$ 450 mil de hipoteca da casa. A ONG sugere que ela use parte do cachê para amortizar a dívida. Segundo o Peta, o advogado de Nadya está analisando a proposta. (Foto: AP)

via G1

ONG vegetariana inglesa recebe fundos para treinar cozinheiros de hospitais


A Vegetarian Society da Inglaterra foi uma das organizações a receber um estímulo financeiro do governo como parte de um projeto para melhor o serviço de saúde pública. Para tal, o governo disponibilizou 50 mil libras em um fundo chamado B.I.G. para o qual diferentes entidades concorreram com seus projetos.

A Vegetarian Society ganhou £7.800 (R$21.000) para desenvolver um projeto chamado Food for All (Comida para Todos). Com esse dinheiro, a ONG vai treinar pessoas responsáveis pela comida em hospitais para ajudar a aumentar o entendimento do impacto da dieta no bem estar do paciente e também desenvolver uma consciência da importância de se respeitar as escolhas dietéticas dos pacientes. A organização diz que os vegetarianos não são bem atendidos nos hospitais britânicos.

A ONG diz também que a idéia é testar o curso no noroeste do país antes de levá-lo para outras regiões.

via LOBO REPÓRTER.

março 11, 2010

ONG apoiada por Nelson Mandela distribui comida vegana às vítimas do Haiti


A organização “Food for Life Global” passou a contribuir com outros grupos como a Cruz Vermelha e Care, distribuindo alimentação vegana aos atingidos pelo terremoto que devastou o Haiti, em janeiro passado.
De acordo com Paul Turner, diretor do grupo, a entidade necessita urgentemente de contribuição para dar continuidade ao projeto e servir mais refeições livres de ingredientes de origem animal. Segundo Turner, com cerca de $25 é possível servir mais de cem refeições.


Para doar qualquer quantia, via cartão de crédito, clique aqui.(pagamento através do serviço PayPal, que é seguro).


 “FOOD FOR LIFE GLOBAL”
Fundada em 1974, é hoje considerada a maior organização não-governamental do mundo que serve apenas refeições veganas aos necessitados de mais de 50 países. Segundo dados da entidade, são distribuídas diariamente cerca de 1,5 milhão de refeições veganas. O projeto é tão sério que conta com o apoio do ex-presidente africano Nelson Mandela.
Veja o site do projeto: http://haiti.ffl.org
Fonte
via Vista-se

março 05, 2010

Campanha Hora do Planeta propõe apagar as luzes por uma hora para repensar impactos do consumo de energia


Logo da Campanha Hora do Planeta 2010
Apagar as lâmpadas por uma hora pode ajudar a combater o aquecimento global. É o que propõe a campanha Hora do Planeta, da organização não governamental (ONG) WWF, lançada ontem (3), na capital fluminense. A ideia é convencer as pessoas a desligarem as luzes no dia 27 de março, entre as 20h30 e 21h30.
Essa é a segunda vez que a campanha é realizada no Brasil. Com divulgação na TV e na internet, a estimativa é envolver cerca de 200 cidades. Em 2009, ao lado de 40 mil cidades de 88 países, 113 cidades brasileiras participaram da campanha. Na ocasião, foram apagadas as luzes do Cristo Redentor, no Rio, do Congresso Nacional, em Brasília, e do Teatro Amazonas, em Manaus, por exemplo.
Neste ano, ainda não estão confirmados os monumentos que terão as lâmpadas desligadas. No Rio, cidade-sede da campanha, além de apagar as luzes do Cristo e da Praia de Copacabana, como em 2009, a meta é desligar os refletores do Arpoador, da Praia do Leblon e do Monumento aos Pracinhas, na zona sul, e ainda mobilizar os moradores da zona norte, apagando por uma hora as luzes da Igreja da Penha.
O objetivo da campanha é estimular a reflexão sobre os impactos do consumo de energia e sobre formas de geração de eletricidade que agridam menos o meio ambiente, afirma o presidente do Conselho Diretor da WWF, Álvaro de Souza.
“Essa não é uma campanha para poupar energia. O importante é a conscientização sobre a construção de uma matriz energética mais limpa.”
De acordo com o diretor, embora o desmatamento provocado pela construção de hidrelétricas também se reflita na emissão de gases causadores do efeito estufa, as usinas abastecidas pela queima de combustível fóssil, como ocorre na China, poluem mais. O representante da WWF lembra também que as nucleares deixam um passivo ambiental ainda sem solução para o planeta: o lixo contaminado.
“Todas as opções [de geração de energia] têm um preço. Todas têm uma pegada ecológica. A parte hidrelétrica, como no caso do Brasil, têm uma pegada mais tênue, o grande lance é o alagamento de grandes áreas para construção de lagos que, evidentemente, causam um desequilíbrio”, afirmou.
A campanha Hora do Planeta começou na Austrália em 2007 e se estendeu pelo mundo. No ano passado, ícones de destaque foram desligados nas principais capitais para chamar atenção para o avanço do aquecimento global. Entre eles, a Torre Eiffel, em Paris, o Coliseu, em Roma e a Times Square, em Nova Iorque.









Reportagem de Isabela Vieira, da Agência Brasil, publicada pelo EcoDebate, 04/03/2010