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outubro 19, 2012

Resistir a um bom bife para ajudar o planeta

Hoje em dia já existem muitas opções para os vegetarianos, quer nos supermercados, quer nos restaurantes
 Hoje em dia já existem muitas opções para os vegetarianos, quer nos supermercados, quer nos restaurantes

Adotar uma alimentação vegetariana já não é uma prática para poucos. Hoje em dia as ofertas são muitas e variadas e há cada vez mais pessoas que cortam a carne da sua dieta, não só por considerarem que é mais saudável mas também por ser mais sustentável.

Um estudo da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO na sigla inglesa) indica que a indústria pecuária é responsável pela emissão de mais gases de efeito de estufa do que o setor dos transportes.

Esta “questão ambiental e de sustentabilidade” foi um dos motivos que levou David Saraiva, professor de expressão plástica, a converter-se ao vegetarianismo no final do secundário.  Com uma irmã vegetariana, foi “natural” começar a cortar a carne da sua dieta. “Naquela altura, todo um conjunto de princípios éticos começaram a fazer sentido para mim”, explica ao SAPO Notícias David Saraiva.

Princípios não só ligados à “carnificina que é a matança animal para a alimentação humana”, mas também porque “toda a produção de carne implica direta e indiretamente uma série de questões brutais ao nível do ambiente”, salienta o professor.

David Saraiva é um exemplo de uma família vegetariana, já que tanto a mulher como o filho bebé do casal não consomem carne ou peixe. “Como já somos vegetarianos há tantos anos, nem sequer tínhamos isso em questão, de uma forma natural o meu filho é vegetariano”, diz.

Sofrimento dos animais

Dados da FAO dão conta de que atualmente a pecuária ocupa 33 por cento da superfície da Terra, não só para pastos permanentes, mas também território cultivado para a produção de alimentos para os diferentes tipos de gado.

Só nos Estados Unidos cerca de 42 milhões de vacas são abatidas por ano para serem utilizadas na indústria da carne e dos laticínios, segundo números da PETA, uma associação para defesa dos animais.

O sofrimento dos animais levou Vera Martins a cortar a carne dos seus hábitos alimentares. Foi exatamente no ano de 1999, depois de ler um artigo sobre direitos dos animais. “Este artigo mexeu muito comigo e nesse momento decidi deixar de comer carne”, conta a funcionária do restaurante vegetariano Nakité, no Porto.

Hoje em dia, Vera Martins é vegan, um estilo de vida que corta com todos os produtos de origem animal. Pode parecer radical abolir alimentos que estão tão enraizados nos nossos hábitos, como os laticínios, mas Vera Jardim considera que estes “fazem falta mais pelo hábito” e que existem substitutos. “Bebo leite de soja mas podemos também fazer leite em casa através da aveia ou do arroz”, exemplifica. “Não estamos restritos e acabamos por comer outros alimentos que a maioria das pessoas não conhece”, refere.

Francesinha vegetariana e tofu à lagareiro

Foi para “mostrar às pessoas que se podem alimentar com prazer, sem carências e sem matar animais” que Anabela Vidal fundou há 11 anos o restaurante Nakité. “Desde os 14 anos sou macrobiótica e sempre tive a orientação de contribuir para a cidade onde nasci com este projeto”, afirma.

O restaurante é conhecido na cidade por fazer uma releitura de pratos tradicionais mas 100 por cento vegetarianos. A francesinha vegetariana é um dos sucesso da casa na Rua do Breyner mas há também caldeiradas, chillis, moquecas e caris.

Anabela Vidal deixa mais alguns exemplos: nos pratos de bacalhau (à lagareiro ou à Gomes de Sá), o tofu (alimento produzido a partir da soja) é o substituto ideal, e depois basta seguir a receita. No caso do rolo de carne Wellington, a carne pode ser trocada pelo seitan (um alimento à base de glúten). “Fica muito parecido com o original”, garante a proprietária do restaurante Nakité.

Padaria do Suribachi vende bolos feitos com leite de soja
Padaria do Suribachi vende bolos feitos com leite de soja 
O Suribachi é outro espaço na cidade dedicado a hábitos alimentares e terapias alternativas. Surgiu “há 33 anos com o objetivo de ser uma escola para transmitir uma filosofia de vida para adquirir saúde através da alimentação”.

A proprietária, Maria Arminda Pereira, conseguiu superar um problema de saúde durante a primeira gravidez através da alimentação macrobiótica e a partir daí quis “contribuir para fornecer conhecimento” nesta área.

Na macrobiótica predominam “cereais integrais, vegetais, leguminosas, algas e soja”, explica Maria Arminda Pereira, lembrando que “não se proíbem produtos de origem animal mas é preciso ter consciência do que se come”.

Maria Arminda tem estudado muito sobre estes hábitos alimentares alternativos e considera que quando se quer adotar a dieta vegetariana ou macrobiótica é preciso ter “conhecimento” sobre a matéria e não sei deixar levar por “modas”. “Quando queremos tomar medicamentos, temos de ir ao médico, com os alimentos é igual”, conclui.

Fonte

abril 03, 2012

VEGetariANISMO e Saúde!

Nutricionista questiona matéria publicada no portal R7 que condena alimentação vegetariana para crianças


Por George Guimarães | O teste de mito ou verdade lançado pelo R7 (veja aqui) traz informações equivocadas, fornecidas por profissionais claramente despreparados para comentar o assunto.

Especificamente na pergunta sobre a viabilidade nutricional da dieta vegetariana para crianças, o site afirma:

“A dieta vegetariana pode alterar o desenvolvimento infantil. As proteínas são muito importantes para a formação dos tecidos corporais e para o ganho de peso durante a infância. Roberto Navarro explica que o consumo de proteínas de origem exclusivamente vegetal não consegue suprir as necessidades de uma criança. A dieta precisa ser complementada com ovos e leite para evitar as carências. E, mesmo assim é indicado avisar o pediatra sobre a restrição para que ele avalie a necessidade de suplementação alimentar.”

As proteínas exclusivamente de origem vegetal podem suprir as necessidades de uma criança. Basta que a dieta seja minimamente planejada, planejamento esse que deveria justamente ser o trabalho dos profissionais que nesse caso em específico afirmam que isso não é viável, ou seja, estão apenas desinformados, o que se torna um erro de maior importância no momento em que passam a repercutir a sua desinformação para a população.

Já há duas décadas a Associação Dietética Americana afirma que é viável uma dieta vegetariana para crianças. No início desse ano, o Conselho Regional de Nutricionistas da 3a região (CRN-3) publicou um parecer afirmando que uma dieta vegetariana isenta de ovos e laticínio é viável desde que haja o planejamento nutricional adequado. Na minha prática clínica de 14 anos em consultório especializado em dietas vegetarianas já atendi centenas de crianças vegetarianas e posso afirmar que uma dieta vegetariana bem planejada, inclusive e especialmente aquela isenta do consumo de ovos e laticínios, não somente é viável, como também mostra diversas vantagens para a saúde da criança que a adota.

George Guimarães
Nutricionista especializado em dietas vegetarianas
www.nutriveg.com.br
nutriveg@nutriveg.com.br

ViSta-se



Adote este tipo de dieta sem sofrer com a carência de ferro ou de vitamina B12

A dieta vegetariana pode alterar o desenvolvimento infantil? MITO!
As proteínas exclusivamente de origem vegetal podem suprir as necessidades de uma criança. Basta que a dieta seja minimamente planejada, planejamento esse que deveria justamente ser o trabalho dos profissionais que nesse caso em específico afirmam que isso não é viável, ou seja, estão apenas desinformados, o que se torna um erro de maior importância no momento em que passam a repercutir a sua desinformação para a população.

Todo vegetariano terá anemia? MITO!
É verdade que a carne é fonte de ferro para o organismo, mas não é a única. É possível obter esse nutriente em outros alimentos, como as folhas verdes escuras, o feijão e a lentilha. A nutricionista Bruna Murta, da rede de lojas de produtos naturais Mundo Verde, dá a dica: o ferro encontrado nos alimentos de origem vegetal deve ser associado ao consumo de vitamina C para que a absorção do mineral aumente


Vegetarianos consomem pouca proteína? MITO
Isso é um mito, até quem é vegan tem boas fontes de proteínas à disposição. Bruna Murta explica que soja, quinua, amaranto, chia, leguminosas, cereais integrais e oleaginosas conseguem oferecer ao corpo as quantidades necessárias de proteínas.


Vegetarianos precisam de suplementação vitamínica? MITO
O único nutriente que o vegetariano não consegue em quantidades adequadas nas fontes vegetais é a vitamina B12 (presente na carne, nos ovos e nos peixes, por exemplo), mas isso é válido apenas para quem é vegan. Navarro explica que alguns alimentos de origem vegetal ajudam a manter níveis adequados de B12, como o levedo de cerveja e o gérmen de trigo, mas nem sempre eles são totalmente eficientes. O ideal é fazer acompanhamento médico e exames de sangue regularmente e avaliar a necessidade de consumir suplementos.


Mulheres vegetarianas podem ter problemas na gestação? MITO
Não existem provas de que o vegetarianismo atrapalhe a gravidez, desde que nenhuma carência nutricional seja diagnosticada. Roberto Navarro diz que faz parte do pré-natal o acompanhamento dos níveis de ferro, que costumam cair na gestação. "Mesmo as mulheres que comem carne, geralmente, precisam de suplementação deste mineral. O ferro é fundamental para o desenvolvimento saudável do bebê".



Vegetarianos podem praticar esportes regularmente? VERDADE!
Desde que o vegetariano faça a ingestão adequada de proteínas (0,8 mg a cada quilo de peso), não existem impedimentos para a prática de esportes. Roberto Navarro explica, porém, que deve haver atenção para a recuperação de lesões - o processo pode ser mais lento em pessoas que adotam o estilo vegan, pela ausência total de proteínas de origem animal na dieta.



Vegetarianismo causa queda de cabelo e deixa os fios brancos? MITO
Roberto Navarro explica que a deficiência de ferro pode causar a queda dos cabelos e a falta de vitamina B12 pode deixar os fios brancos. Como o vegetariano, principalmente do tipo vegan, pode ter falta desses nutrientes, se não seguir as recomendações nutricionais à risca, vale a pena ficar atento ao aparecimento desses sinais - o inconveniente estético indica dieta pobre.(*)

O vegetarianismo emagrece? MITO
O vegetarianismo não está relacionado diretamente ao emagrecimento. "Em alguns casos, o vegetariano come até mais carboidratos e gorduras que as outras pessoas, por ter restrição ao grupo alimentar das proteínas", explica Roberto Navarro. Por outro lado, aqueles que seguem uma filosofia de vida mais saudável tendem a se manter no peso ideal.


O vegetarianismo diminui o risco de doenças cardíacas? VERDADE!
Quem é vegetariano tem um risco menor de desenvolver doenças do coração devido à ingestão de menores quantidades de gordura saturada, que é rica em ácido aracdônico (substância que vem sendo relacionada a esse tipo de problema de saúde). Roberto Navarro explica ainda que o vegetariano tem menores chances de ter dislipidemias, como o colesterol elevado e triglicérides altos.

Fonte
(*)
Qualquer tipo de alimentação poder ser deficiente em ferro e/ou B12.

A maioria dos anémicos são omnívoros.

março 17, 2012

Consumir carne vermelha aumenta risco de morte, afirma novo estudo de Harvard

Consumir carne vermelha aumenta risco de morte, afirma novo estudo de Harvard

Sinal vermelho para a carne 
Red meat raises red flags

Mais uma vez a universidade de Harvard, nos EUA, uma das mais respeitadas do mundo, divulga um estudo condenando a ingestão de carne. O trabalho, que companhou mais de 120 mil pessoas durante quase 30 anos, concluiu que o consumo diário de carne vermelha aumenta o risco de morte prematura em até 20%. Foram analisadas informações de 37.698 homens e 83.644 mulheres durante 22 anos e 28 anos, respectivamente. Os participantes foram entrevistados sobre seus hábitos alimentares a cada quatro anos.

Doenças cardíacas, diabetes e câncer

As doenças mais comuns constatadas entre as pessoas que comeram carne regularmente durante o estudo foram as relacionadas ao coração, a diabetes do tipo 2 e também ao câncer. 23.926 pessoas morreram durante o estudo. Destas, 5.910 de doenças cardiovasculares e 9.464 de algum tipo de câncer.

Ferro heme (presente na carne) e doenças crônicas

O ferro da carne, tão enaltecido pela mídia e pelos produtores de carne, foi apontado como um dos ingredientes contidos na carne que causam doenças crônicas como as cardíacas e o câncer.
“A carne vermelha, carne processada especialmente, contém ingredientes que têm sido associadas ao aumento do risco de doenças crônicas, como doenças cardiovasculares e câncer. Estes incluem o ferro heme, a gordura saturada, sódio, nitritos, e certos agentes cancerígenos que são formados durante o cozimento.” – Diz um trecho do documento.

Foi apontada a carne processada (linguiça, mortadela, salame, salsicha, patê, etc.) como grande vilã, mas outros tipos de carne considerados mais saudáveis como aves e peixes não se mostraram tão eficientes como os vegetais na busca de uma vida com mais saúde.
 
Substituindo a carne

Os cientistas de Harvard concluíram que a forma mais eficaz de substituir a carne no cardápio, com o intuito de evitar as doenças geradas por ela, é utilizar nozes. Substituir a carne vermelha por nozes provou que o risco de mortalidade cairia em 19%.

Redução da carne e economia com gastos de saúde pública

Incentivar a população a reduzir ou a deixar o consumo de carne traria uma economia de bilhões de dólares em saúde pública, segundo especialista.”Mais de 75% dos US$ 2,6 bilhões gastos anualmente com saúde nos Estados Unidos são por motivos de doença crônica”, disse Dean Ornish, médico e nutricionista da Universidade da Califórnia, em San Francisco. “Consumir menos carne vermelha pode ajudar a reduzir a mortalidade devido a essas doenças e reduzindo, assim, os custos com saúde”, complementa.

Ouça a notícia na CBN aqui.

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Red meat raises red flags


Study: Red Meat Increases Risk of Premature Death



Red Meat Consumption Linked to Increased Risk of Total, Cardiovascular, and Cancer Mortality


janeiro 02, 2012

Universidade de Harvard declara: Lacticínios não fazem parte de uma alimentação saudável

A escola de Saúde Publica de Harvard enviou uma fortíssima mensagem ao departamento de agricultura dos Estados Unidos e a peritos de nutrição de uma forma geral através da última versão do guia alimentar “Healthy Eating Plate

Os especialistas de Harvard declararam que o novo guia alimentar não só se baseou em sólidas investigações na área de nutrição, como também não foi influenciado por lobistas da indústria alimentar.

A exclusão de lacticínios do “Healthy Eating Plate” baseou-se em afirmações de Harvard tais como:

“…o consumo excessivo pode aumentar o risco de cancro na próstata e possivelmente nos ovários

“ … o cálcio é importante mas o leite não é a única, nem sequer a melhor fonte

Alternativas ao leite

Os especialistas de Harvard referiram também os altos níveis de gordura da maior parte dos lacticínios e sugeriram que couves, leite de soja e feijão são melhores opções do que lacticínios para obter cálcio e outros suplementos de qualidade.

Parabéns a Harvard

Parabéns a Harvard por promover maior consumo de vegetais e frutos, bem como proteínas mais saudáveis como feijão e nozes.

Parabéns a Harvard por ignorar lobistas e mostrar ao mundo o que é alimentação saudável

Fonte

Harvard Declares Dairy NOT Part of Healthy Diet



Guia alimentar de dieta saudável da Harvard não recomenda laticínios


Recentemente, a colunista da ANDA Sônia T. Felipe, lançou o livro “Galactolatria: mau deleite – implicações éticas, ambientais e nutricionais do consumo de leite bovino”. Sônia é doutora em Teoria Política e Filosofia Moral, com pós-doutorado em Bioética-Ética Animal. Mas como podemos observar pelo próprio título, seu livro aborda não apenas a questão fundamental dos direitos animais, mas os beneficios ambientais e à saúde humana em não consumir o leite bovino. O Guia da dieta saudável da Universidade americana Harvard (“Healthy Eating Plate”) vem reforçar que o consumo de laticínios não faz mesmo parte de uma alimentação equilibrada.
As informações de uma das instituições mais respeitadas do mundo, no entanto, não batem com as da dieta que o governo americano divulga como boa para o seu povo. Como mostra a imagem abaixo, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos coloca os laticínios como um dos 5 grupos fundamentais da alimentação humana para uma saúde plena.
O guia de saúde e nutricionismo do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, batizado de “Choose My Plate”, defende cinco grupos de alimentos para a construção de uma dieta saudável. O último, “Dairy”, é o grupo dos laticínios. (Imagem: United States Department of Agriculture)
Assim, o Guia da dieta saudável da Universidade Harvard é uma resposta ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos em defesa da saúde pública, pois se baseia em investigações científicas livres de lobbies e pressões de grupos corporativos. O Guia alerta que o consumo de leite e derivados está associado ao desenvolvimento de câncer de próstata e, possivelmente, câncer de ovário. Os pesquisadores de Harvard também chamam atenção para os altos níveis de gordura saturada e para os componentes químicos envolvidos da produção de laticínios. A solução apontada pelo estudiosos é a ingestão de alimentos ricos em cálcio como legumes verdes (espinafre, couve, brócolis, etc) e diversos grãos.
A Harvard não recomenda laticínios no seu Guia de dieta saudável. (Imagem: Harvard School of Public Health)
Como bem colocou o Portugal Mundial, não se trata de propagar o veganismo, até porque as carnes continuam no Guia da Harvard. Ainda que os animais explorados na cadeia produtiva do leite tenham muito o que comemorar com esta divulgação, os humanos também se beneficiam, já que a alimentação é uma importante questão de bem-estar e saúde.

janeiro 20, 2011

Os males do refrigerante

REFRIGERANTE EVITE-OS


Quem inventou?
- O refrigerante surgiu em 1676 em Paris, numa empresa que misturou água, sumo de limão e açúcar.
- Em 1772 acrescentou-se gás ao líquido, mas foi somente comercializado em 1830.


Qual a composição?
- Corantes;
- Conservantes;
- Grande quantidade de açúcar;
- Nas versões diet, light e zero, adoçantes artificiais;
- Cafeína;
- Um acidulante, o ácido fosfórico.


O consumo de refrigerante cresceu, no Brasil, 400%.


Por que devo evitar refrigerantes?
- Cáries;
- Aumento de peso;
- Flatulências (gases);
- Agrava problemas de gastrite;
- Diabetes;
- Níveis elevados de triglicérides sanguínios,
- Osteoporose.


Um copo de refrigerante contém 9 colheres de chá de açúcar.


No nosso organismo, cada molécula de cálcio, está sempre junta com uma molécula de fósforo. Quando tomamos os refrigerantes, de qualquer tipo, normal, light, diet ou zero, ocorre um desequilíbrio. Os refrigerantes contém muito fósforo, e para o organismo processar o fósforo, ele precisa de cálcio. Para isso ele retira o cálcio dos ossos.


O consumo excessivo de refrigerante, aumenta o risco de osteoporose.


Compare a composição do suco de laranja e do refrigerante:


SUCO DE LARANJA- Carboidratos
- Cálcio
- Fósforo
- Ferro
- Vitamina A
- Vitamina B2
- Vitamina B3
- Vitamina C


REFRIGERANTE
- Estabilizante ET_XXII
- Flavorizante F-I
- Conservador P-I
- Corante C-II
- Umectante U-III
- Acidulante H-III
- Antioxidante A-I
- Gás carbônico
- Açúcar


Uma alimentação saudável é um fator determinante da sua saúde. Pense bem nisso!

setembro 17, 2010

Deveríamos parar de comer carne?

Câncer, doenças cardíacas, crueldade com os animais, matança de semelhantes, desastre ecológico... Afinal, será que você deveria virar um vegetariano?

por Denis Russo Burgierman / Alceu Nunes

Comer não é só uma questão de matar a fome. A decisão sobre que comida colocar no prato tem implicações econômicas, ambientais, éticas, culturais, fisiológicas, filosóficas, históricas, religiosas. Embora a porcentagem de vegetarianos venha se mantendo mais ou menos estável ao longo da história, há um interesse crescente no assunto – restaurantes naturais e vegetarianos ficam lotados na hora do almoço, tornou-se comum, pelo menos nas classes médias urbanas, a preocupação em reduzir o consumo de carne, e surgiu uma indústria bilionária de produtos naturais que, nos Estados Unidos, já movimenta quase 8 bilhões de dólares.

agosto 04, 2010

Paradoxo da carne


Pessoas negam capacidade de sofrer dos animais para continuar comendo carne.

Um novo estudo acaba de fornecer evidências diretas de que as pessoas que desejam fugir do "paradoxo da carne" - ao mesmo tempo gostar de comer carne e não gostar de ferir os animais - fazem isto negando que os animais que elas comem tinham a capacidade de sofrer.


Ao envolver-se na negação, os participantes do estudo relataram uma quantidade reduzida de animais com os quais eles se sentem obrigados a demonstrar uma preocupação moral - a escala variava de cães e chimpanzés até caracóis e peixes.

agosto 01, 2010

Avanços na medicina veterinária e rações adequadas aumentam expectativa de vida

Só com a saúde dos animais de estimação, os brasileiros gastaram no ano passado cerca de R$ 700 milhões em consultas, medicamentos e vacinas. A medicina veterinária está muito próxima da medicina humana. Com isso, calcula-se que a expectativa de vida dos bichinhos passou de oito para vinte anos. "Assim como os idosos humanos, os cães e gatos na terceira idade requerem cuidados especiais", afirma a veterinária Andréa Mutti.

julho 25, 2010

Mulheres optam pela bicicleta em prol da saúde e do meio ambiente

Conheça histórias de quem deixa o carro na garagem até no dia do casamento


Eduardo Green, Caminhos do Sertão, Divulgação / Para a padaria, para o trabalho, para o barzinho. Elas se deslocam pela cidade de bike. São meninas urbanas que, trocando quatro por duas rodas, lideram um movimento que une prazer, saúde, sustentabilidade e elegância.
Sensação de liberdade, cabelos ao vento e interação com as belezas da cidade, sem falar na endorfina que é liberada quando nos exercitamos e que eleva o humor e induz ao relaxamento são todos bons motivos para pedalar, elencados pelas próprias ciclousuárias.

julho 03, 2010

Frutas cítricas protegem a saúde de sua pele

Foto: Getty ImagesSegundo estudo, um componente presente na casca do limão é capaz de proteger sua cútis contra determinados tipos de câncer em até 34%. Tudo isso graças a uma substância chamada d-limoneno. Cientistas acreditam que ela seja capaz de impedir as células cancerígenas de crescerem e se multiplicarem.

Em uma pesquisa, pessoas do Arizona que viviam em uma área ensolarada e consumiram raspas de limão (como aquela que jogamos sobre a fatia de abacaxi) ficaram mais protegidas contra a doença. E isso vale para outras frutas cítricas como laranja e toranja.

Fonte

junho 25, 2010

Vegetarianos são mais felizes do que aqueles que comem carne, diz estudo


Um estudo americano publicado na edição de junho de 2010 do Nutrition Journal atesta que vegetarianos são mais felizes do que aqueles que comem carne. Os pesquisadores estudaram um grupo com 138 pessoas (sendo 60 vegetarianas e 78 carnívoras).

Os voluntários responderam a uma série de perguntas sobre sua alimentação, possível depressão, ansiedade, estresse e o humor deles de forma geral.

Segundo os pesquisadores, os vegetarianos ingeriam quantidades pequenas de ômega-3, um ácido graxo essencial para o ser humano -- este ácido contribui tanto para a saúde física como mental das pessoas. Portanto, os estudiosos já esperavam que os vegetarianos poderiam sofrer mais com depressão e ansiedade.

Ao contrário do que imaginavam, os pesquisadores encontraram nos vegetarianos índices menores de depressão e mudanças repentinas de humor.

O ômega-3 pode ser encontrado em grande quantidade em peixes. Aqueles que não comem carne podem substituir a fonte ingerindo castanhas e oleaginosas. O estudo aponta que a brasileiríssima Castanha do Pará é uma das mais ricas em ômega-3, assim como sementes de abóbora.

junho 20, 2010

Carne processada é risco real à saúde

carneO consumo de bacon, linguiças, salsichas e outras carnes processadas pode aumentar o risco de diabete e doenças cardíacas, disseram pesquisadores nesta segunda-feira, num estudo que identifica os verdadeiros vilões do açougue(...) 

O estudo foi uma chamada "meta-análise" com a avaliação de pesquisas anteriores. Ele não estava voltado para doenças como hipertensão e câncer, também associadas ao elevado consumo de carne...

Link: Estudo confirma que carnes processadas são um perigo para as artérias
via EVANA
Mais informação

junho 15, 2010

Não somos carnívoros

A pergunta começa de uma forma simples e direta:
  • Quando você vê um animal morto na estrada, você fica tentado à parar para um " lanchinho"?
  • A visão de um pássaro morto faz você salivar?
  • Você sonha em matar vacas com suas próprias mãos e comê-las cruas?
  • Ao ver as duas fotos abaixo, qual a sua reação? Repugnância ou salivação?
                                     

         Ovelha morta na estrada                 Acidente com porcos na estrada



Se você respondeu não à todas as questões e se sentiu repugnado com as fotos, então PARABÉNS– você é um ser humano herbívoro normal– goste da idéia ou não.
A constituição humana não é carnívora. Humanos não têm as características físicas e nem os instintos dos carnívoros que os levam a matar animais e devorar suas carcassas.

Agora, leia abaixo os dados técnicos que vão te surpreender e fazer você pensar duas vezes antes de achar que você é um ser humano carnívoro.


Fisiologia Humana
Biologistas têm estabelecido que animais que têm as mesmas características físicas também compartilham de uma mesma dieta. Comparando a anatomia de carnívoros com a nossa própria anatomia, fica mais do que claro que nós não fomos feitos para comer carne.

DENTES E UNHAS
Para iniciarmos o contraste entre a fisiologia dos humanos com os seres carnívoros, comece no início do sistema digestivo. Dentes, unhas e estrutura da mandíbula indicam que a natureza pretendeu que os seres humanos comessem baseados em uma dieta baseadas em plantas. Eles têm unhas muito menores e menos agressivas do que os animais carnívoros e dentes “caninos” ( caninos somente no nome... ) pateticamente menores. Em contraste, os carnívoros compartilham de garras afiadas e dentes caninos grandes capazes de cortar carne.

Embora os humanos pensem que sejam e agem como carnívoros,  não somos carnívoros naturais. Quando matamos os animais para comê-los, eles acabam nos matando porque sua carne, que contém colesterol e gordura saturada, não deveria ser ingerida por humanos, que são herbívoros naturais". William C. Roberts, M.D., editor, American Journal of Cardiology

As mandíbulas dos carnívoros movem-se somente de baixo para cima, o que faz com que eles cortem grandes pedaços de carne de sua presa e engulam inteiro. Humanos e outros herbívoros conseguem mover suas mandíbulas para cima e para baixo e também de um lado para o outro, um movimento que os permite a mastigação de comidas fibrosas e plantas. Carnívoros não têm estes molares achatados. Se humanos fossem projetados para comer carne, teriam os mesmos tipos afiados de dentição e as garras dos carnívoros. Ao contrário, sua estrutura mandibular, os molares achatados e a falta de garras indicam que não fomos projetados para comer carne.

Dr. Richard Leakey, um renomado antropologista, resume desta maneira: “Você não pode cortar carne com suas mãos. Nossos dentes de trás não servem para cortar carne. Nós não temos dentes caninos grandes e não teríamos como lidar com fontes de comida que necessitassem destes grandes caninos”.


ACIDEZ ESTOMACAL

Após usar suas garras afiadas e dentes para capturar e matar suas presas, carnívoros engolem sua comida por inteiro, confiando em seus sucos gástricos extremamente ácidos para fazer a maior parte do trabalho de digestão. A acidez do estômago dos carnívoros na verdade é quem faz os grandes trabalhos d digerir a carne e matar as bactérias perigosas bactérias que poderiam adoentar ou matar o carnívoro.

Conforme está ilustrado abaixo, nossos ácidos estomacais são muito mais fracos porque ácidos fortes não são necessários para digerir comida já pré mastigadas como frutas e vegetais. Comparando os ácidos dos carnívoros com herbívoros, fica óbvio que os humanos se encaixam na segunda categoria. Os humanos podem cozinhar a carne para matar umpouco das bactérias e facilitar na hora de mastigar, mas fica claro que os humanos, diferentemente dos carnívoros, são foram designados para digerir carne.


COMPRIMENTO DO INTESTINO

Evidências de nossa natureza herbívora também é encontrada no tamanho de nossos intestinos. Carnívoros têm um sistema intestinal e cólon que permitem a passagem da carne de forma relativamente rápida, antes que a carne tenha alguma chance de apodrecer e causar doenças. Humanos, por outro lado, têm sistema intestinal muito mais longo que dos carnívoros. Assim como outros herbívoros, intestinos longos permitem que o corpo leve mais tempo para “quebrar” fibras e absorver os nutrientes de uma dieta de um não carnívoro.




O longo sistema intestinal humano na verdade é um fato de alto risco para aqueles que comem carne. A bactéria na carne acabam tendo tempo de sobra para se multiplicar durante a longa viagem pelo intestino, e a carne começa a apodrecer enquanto ainda passa pelo intestino. Muitos estudos também mostraram que a carne causa câncer de cólon em humanos.

Comparando a nossa anatomia fica ilustrado o fato de que o corpo humano foi contruido para se basear em uma dieta vegetariana. Humanos não têm absolutamente nenhuma das características distintas anatômicas que os carnívoros ou até mesmo onívoros naturais têm.

Agora veja o quadro abaixo ( “The Comparative Anatomy of Eating”, do Dr.Milton Mills), que compara as características típicas dos carnívoros, omnívoros, herbívoros e humanos. Note as semelhanças de nossas características em relação aos herbívoros:

MÚSCULOS FACIAIS

CARNÍVORO Reduzidos, para permitir uma abertura maior
ONÍVORO Reduzidos
HERBÍVORO Bem desenvolvidos
HUMANO Bem desenvolvidos

MASTIGAÇÃO

CARNÍVOROS Nenhuma; engole comida por inteiro
ONÍVOROS Engole comida por inteiro e/ou a esmaga
HERBÍVORO Mastigação extensiva necessária
HUMANO Mastigação extensiva necessária

MOVIMENTAÇÃO DA MANDÍBULA

CARNÍVOROS Cortante; Movimentação mínima para as laterais
ONÍVOROS Cortante; Movimentação mínima para as laterais
HERBÍVORO Boa movimentação lateral e de cima para baixo
HUMANO Boa movimentação lateral e de cima para baixo

SALIVA

CARNÍVOROS Não há enzimas digestivas
ONÍVOROS Não há enzimas digestivas
HERBÍVORO Enzimas digestivas de carboidratos
HUMANO Enzimas digestivas de carboidratos

DENTIÇÃO ( INCISIVOS )

CARNÍVOROS Curtos e pontudos
ONÍVOROS Curtos e pontudos
HERBÍVORO Achatados, grandes e em forma de espada
HUMANO Achatados, grandes e em forma de espada


DENTIÇÃO ( CANINOS )

CARNÍVOROS Longos, afiados e curvados
ONÍVOROS Longos, afiados e curvados
HERBÍVORO Curtos e não afiados/ou longos ( para defesa )/ ou nenhum
HUMANO Curtos e não afiados

DENTIÇÃO ( MOLARES )

CARNÍVOROS Afiados, cortante e em formato de lâmina
ONÍVOROS Lâminas afiadas e/ou achatadas
HERBÍVORO Achatados com elevações VX camada complexa
HUMANO Achatados com elevações nodulares

ACIDEZ ESTOMACAL

CARNÍVOROS Menor ou igual à PH de 1 com comida no estômago
ONÍVOROS Menor ou igual à PH de 1 com comida no estômago
HERBÍVORO PH de 4 ou 5 com comida no estômago
HUMANO PH de 4 ou 5 com comida no estômago


SISTEMA INTESTINAL

CARNÍVOROS De 3 à 6 vezes maior que o comprimento do corpo
ONÍVOROS De 4 à 6 vezes maior que o comprimento do corpo
HERBÍVORO De 10 até 12 vezes maior que o comprimento do corpo
HUMANO De 10 até 11 vezes maior que o comprimento do corpo


UNHAS

CARNÍVOROS Garras afiadas
ONÍVOROS Garras afiadas
HERBÍVORO Unhas achatadas ou casco sem garras, sem pontas
HUMANO Unhas achatadas


SUOR

CARNÍVOROS Suam pela lingua
ONÍVOROS Suam pela lingua
HERBÍVORO Suam pela pele
HUMANO Suam pela pele

Para aqueles que não entendem a diferença entre comer animais e comer plantas e vegetais:

Tudo na natureza está conectado. E devemos considerar portanto que cada objeto ou ser vivo tem sua identificação natural própria. Portanto, assim como um verme come um corpo em putrefação ou um tigre caça um coelho, um ser humano come frutas ou vegetais. Cada um dentro da sua natureza. O tigre não está cometendo nenhum pecado nem ato brutal dentro da cadeia alimentar da qual ele faz parte. Ilógico seria ver um coelho comendo um tigre ou um cavalo comendo um elefante. Eles seguem a natureza deles como herbívoros comendo cenoura, capim, etc. Como a natureza do homem não é carnívora, quando ele come carne ele está invadindo a natureza de outras entidades vivas, causando um desequilibrio na harmonia universal que deveríamos viver. Algumas pessoas podem argumentar que se oferecerem um pedaço de carne à um macaco ou à um ser humano, elês poderão comer a carne. Mas se você oferecer alguma fruta à um tigre ou à um cachorro, talvez eles também comam e nem por isso eles mudaram a natureza carnívora deles ( é até capaz do tigre, junto com a fruta oferecida por você, comer também a sua mão! ).
Mais um motivo para entender a diferença das plantas e dos animais: Hoje em dia, não há razão para acreditar que as plantas sentem dor, já que carecem de um sistema nervoso central, extremidades nervosas e cérebro. Se teoriza que a razão principal pela qual os animais têm a habilidade e experimentar dor é como forma de defesa própria. Se você toca algo que vai te causar dor, aprenderá da dor e deixará em paz no futuro. Já que as plantas não podem se mexer e não têm a necessidade de aprender a evitar certas coisas, esta sensação seria supérflua.
Desde o ponto de vista psicológico, as plantas são completamente diferentes dos mamíferos. Diferentemente de partes do corpo do animal, muitas plantas, vegetais e frutas podem ser colhidas sem resultar na morte da planta ou árvore.
Se a preocupação voltar-se ao impacto da agricultura vegetal no meio ambiente, uma dieta vegetariana continua sendo preferivel ao invés de uma dieta baseada em carne, porque a maior parte dos grãos e legumes criados hoje em dia são utilizados como alimento para gado. Ao comer vegetais diretamente ao invés de comer animais como vacas que consumem 16 kilos de vegetação para 1 kg convertido em carne, uma pessoa está salvando muito mais vidas de plantas e destruindo menos a terra.


Fontes de Pesquisa:
William C. Roberts, M.D., "Twenty Questions on Atherosclerosis," Baylor University Medical Center Proceedings, Apr. 2000 <http://www.baylorhealth.edu/proceedings/13_2/13_2_questions.html>.
Reuters Health, "Heart Disease Still Number-One Killer in U.S.," Cardiovascular News Center, 1 Jan. 2002 <http://www.heartcenteronline.com/myheartdr/home/research-detail.cfm?reutersid=2199&nl=1>.
Elizabeth Somer, "Eating Meat: A Little Doesn't Hurt," WebMD, 1999 <http://my.webmd.com/content/article/43/1671_50411>.
University of Iowa Health Care Center, "Protein: How Much Is Enough?" 1999 <http://www.uihealthcare.com/topics/nutrition/nutr3301.html>.
John Robbins, M.D., Diet for a New America, Walpole, New Hampshire: Stillpoint Publishing, 1987, pp. 156-58.
Amy Ellis Nutt, "In Soil, Water, Food, Air," The Star Ledger, 8 Dec. 2003 <http://www.factoryfarming.com/news_starledger.htm>.
Reuters, "CSPI: Seafood, Eggs Biggest Causes of Food Poisoning in U.S.," CNN.com, 7 Aug. 2000 <http://www.cnn.com/2000/FOOD/news/08/07/food.poisoning.reut/>.

http://www.adaptt.org/Mills%20The%20Comparative%20Anatomy%20of%20Eating1.pdf


VOCÊ SABIA?

Propaganda enganosa - A McDonald´s, rede mundial de hamburgers, gasta milhões de dólares em campanhas de propaganda direcionada à crianças e jovens, tentando mostrar que seu produto é bom. Criaram até um palhaço chamado Ronald McDonald´s. Nos anúncios, ele mostra que os hamburgueres nascem como frutas e crescem em pacotes. Esse personagem era interpretado por Jeff Juliano que, ao inteirar-se da forma como o gado vive e é assassinado, abandonou o emprego milionário e tornou-se vegetariano.

junho 13, 2010

Vegetarianos devem compensar a dieta com verduras e produtos integrais.

Tatiana Cavagnolli / 
Excluir a carne do cardápio diário ou abrir mão do tradicional churrasco no final de semana pode parecer difícil. Mas o vegetarianismo é um estilo de vida que vem ganhando cada vez mais adeptos. Seja pela consciência ambiental ou pela própria saúde, quem deixa de comer carne adere a uma dieta mais balanceada, rica em verduras e com preferência aos alimentos integrais.


Não é difícil tirar a carne do prato quando a pessoa tem conhecimento de como funciona a alimentação vegetariana. A comerciante Margarete Rossi, 47 anos, não come carne há 13. Os motivos que a levaram a aderir à dieta vegana – que não admite nada de origem animal, apenas vegetais e grãos – são o respeito aos animais e a consciência ecológica. Apesar da alimentação restrita, Margarete explica que não encontra problema em participar de refeições com amigos “carnívoros”.

maio 29, 2010

Dieta vegetariana no controle da diabetis. INFORME-SE!

 
Diabéticos precisam escolher cuidadosamente o que vão comer, já que sua escolha pode impactar na sua saúde. O diabetes afeta pessoas de todas as idades, de ambos os sexos e de qualquer raça. Quando não tratada corretamente, a doença pode atrapalhar no processo de cicatrização de feridas, pode acarretar cegueira e problemas nos rins. A dieta é uma das formas mais importantes de se controlar o diabetes, e o vegetarianismo (dieta de baixa gordura, rica em fibra e nutrientes) é bastante complementar.

Afetando mais de 30 milhões de pessoas em todo o mundo, essa doença inibe o corpo de processar as comidas corretamente. Geralmente, os alimentos que comemos são digeridos e convertidos em glucose, um açúcar que cai na corrente sanguínea e é usado para gerar energia. A insulina é um hormônio que ajuda a glucose a entrar nas células. Porém os diabéticos não conseguem controlar a quantidade de glucose no organismo, porque o mecanismo que converte o açúcar em energia não trabalha corretamente.

Pode haver uma total ausência ou quantidades insuficientes de insulina. Como resultado, a glucose se acumula na corrente sanguínea e leva a problemas como fraqueza, falta de concentração, perda da coordenação e visão embaçada. Mas os níveis de insulina podem despencar e, assim, o diabético sofrer  uma hipoglicemia, que se for sentida por tempo prolongado, pode levar a pessoa ao coma ou até a morte.

Uma alimentação vegetariana se aproxima bastante do que é recomendado pela Associação Britânica do Diabetes, já que é uma dieta rica em carboidratos complexos e fibra, que têm efeito benéfico no metabolismo de carboidrato, diminuindo assim os níveis de açúcar no sangue. A boa forma física dos vegetarianos também contribui para a redução da incidência de diabetes. A doença é frequentemente associada com altos níveis de colesterol e uma dieta vegetariana garante uma proteção contra o mau colesterol.

Embora incurável, o diabetes pode ser controlado com dieta exercícios físicos, medicamentos, injeções de insulina ou uma combinação entre os tratamentos. Ao invés de calcularem a quantidade de calorias, os diabéticos precisam calcular o total de carboidrato que ingerem, de modo que pelo menos metade da comida deles seja composta por carboidratos complexos.

Muitos vegetarianos diabéticos descobriram que uma dieta sem carne pode fazê-los consumir quantidades menores de insulina, o que dá à eles a sensação de poder e controle da doença.



Fonte: Vida Vegetariana

maio 17, 2010

Ultramaratonista Scott Jurek é Vegano!

Vegano quebra recorde americano de quilometragem em corrida de 24 horas
O atleta vegano Scott Jurek quebrou o recorde americano na "Maratona Internacional de 24 Horas", que aconteceu em Brive, na França, ao correr 266 km durante um dia inteiro.

Mark Godale, que até então era o recordista na maratona, enviou um e-mail público a um jornal de Seattle, cidade-natal de Jurek, elogiando o novo recordista. "Marcar um novo recorde americano de 24 horas é uma grande conquista", disse Godale. "Jurek tem um grande coração e muita coragem. Parabéns a ele e a toda a equipe para seu grande sucesso em Brive".

maio 01, 2010

A dieta vegetariana e o seu lado “negro”


Dieta vegetariana
Apesar de promover alguns benefícios à saúde, pessoas que adotam uma dieta vegetariana podem estar mascarando transtornos alimentares. Essa conclusão foi obtida através de um estudo feito nos EUA com cerca de 2.516 jovens e adolescentes. A pesquisa mostrou que o dobro dos entrevistados vegetarianos confessou ter usado alguns métodos não-saudáveis para tentar emagrecer, isso em comparação com aqueles que não haviam adotado uma dieta sem carne. Cerca de 21% dos adolescentes que tentaram o vegetarianismo confirmaram ter usado remédios, laxantes ou diuréticos ou ter tentado provocar o vômito para emagrecer, enquanto 10% dos não-vegetarianos relataram ter recorridos a alguns desses métodos.
Para os jovens e adolescentes que vivem em briga com a balança, o vegetarianismo é vista como uma maneira de emagrecer e não uma forma saudável de alimentação. Segundo David Katz, da escola de Medicina da Universidade de Yale, esse é o lado negro do vegetarianismo.
Os vegetarianos que participaram da pesquisa eram mais propensos a desenvolver transtornos alimentares, apesar de que o vegetarianismo, e as outras dietas baseadas no consumo de plantas possam ser recomendados para essa faixa de idade. Quando os adolescentes optam por esse tipo de “dieta”, sozinhos, é importante ficar atento e descobrir os motivos, pois essa atitude pode ser mais um pedido de ajuda do que uma escolha de vida saudável.
Porém o estudou mostrou que, apesar de serem mais propensos a transtornos alimentares, os vegetarianos costumam ter menos sobrepeso do que seus colegas onívoros, além de pressão sanguínea mais regulada e taxa de colesterol baixa.
Os jovens e adolescentes vegetarianos possuem mais risco de desenvolver compulsões alimentares, enquanto os ex-vegetarianos podem aumentar de forma destrutiva o controle do peso. Os médicos e nutricionistas costumam grifar apenas o lado benéfico da dieta sem carnes, porém é necessário lembrar que ela pode trazer alguns riscos.

abril 16, 2010

Omega-3


Ômega-3 para vegetarianos

Tenho que confessar. Adoro falar de ômega-3. Claro! Este tipo de ácido graxo (gordura) reduz o risco de doenças cardiovasculares, inflamação, depressão e até de prematuridade em bebês. Há! O mesmo ainda é um nutriente importantíssimo para o cérebro. O mesmo é derivado do ácido alfa-linolênico, um tipo de ácido graxo que não produzimos e por isto precisa vir da dieta. As melhores fontes de ômega-3 são os peixes e os ovos enriquecidos. Porém veganos acabam dependendo de algas (cujo consumo na população é baixo ou mesmo inexistente) ou de alimentos com o ácido alfa-linolênico. Este é encontrado na linhaça, no óleo de canola, na soja e nas castanhas. A linhaça em grãos não é bem digerida e por isto o ideal é a moída ou o óleo. Porém, aqui vai uma dica: é importante evitar as gorduras trans, presentes em alimentos industrializados (como sorvetes, biscoitos, bolos, margarinas) pois estas interferem na conversão do ácido linolênico em ômega-3. Substitua também o óleo de milho e girassol por canola ou óleo de oliva. Os primeiros possuem mais ácido linoléico que acaba interferindo na produção de ômega-3. Mulheres gestantes e lactantes vegetarianas, pessoas com maior risco para doenças cardiovasculares e diabéticos são os grupos cuja suplementação é mais benéfica. Converse com seu nutricionista!


Nem todo ômega-3 é igual...

Alimentos com ômega-3 realmente nos protegem contra as doenças cardiovasculares? Como tudo em nutrição: depende! Ácidos graxos ômega-3 são lipídios (ou gorduras) com duplas ligações em sua estrutura. Ãlguns tem uma capacidade protetora mas é importante saber que nem todo ômega-3 é igual.

Os tipos de ômega-3 são: DHA (ácido docosaexaenóico), EPA (ácido eicosapentaenóico) e ALA (ácido alfalinolênico). DHA e EPA são encontrados em óleos de peixe e protegem nosso coração. Porém, novas pesquisas vem mostrando que ALA, um tipo de ômega-3 encontrado na linhaça, soja e óleo de canola não parece prevenir contra as doenças cardiovasculares.

Ou seja, quando vemos uma indústria anunciando que seu produto (leite, cereal, creme vegetal, pão, dentre outros) é uma fonte de ômega-3 precisamos observar que tipo de óleo foi utilizado na preparação do mesmo. Os óleos vegetais são mais baratos mais não tem a mesma função dos óleos de peixe.

Precisamos consumir cerca de 500 mg de DHA e EPA diariamente. Por isto a indicação é de consumo de peixes pelo menos 2 vezes por semana. Mesmo um sanduíche de atum ou sardinha já pode ajudar. Para aqueles que não conseguem ingerir esta quantidade de peixe a associação americana do coração indica o consumo de cápsulas de óleo de peixe de 1 grama diariamente. Porém, atenção! Os óleos poliinsaturados (como o ômega-3) são peroxidados (deteriorados) facilmente na deficiência de dietas pobres em antioxidantes. Lipídios que sofreram peroxidação além de não exercerem seus efeitos benéficos podem ainda romper e destruir membranas celulares importantes em nosso organismo. Daí a importância de uma dieta saudável, pois sem as vitaminas e minerais presentes principalmente em frutas e hortaliças.

E a linhaça? Devo deixar de consumí-las? Não! Os grãos de linhaça são ótimas fontes de fibra e a linhaça torrada e moída uma fonte de ômega-3 do tipo ALA. Este ácido graxo pode ser transformado em EPA, aquele que nos protege contra as doenças do coração. Porém, para que isto aconteça precisamos da ação de uma enzima, a delta-6-desaturase, que, em alguns indivíduos é menos disponível ou ativa e, para otimizá-la pode ser necessária a suplementação de coenzima Q-10. Além disso, a delta 6-desturase é inibida no diabetes e com o consumo de gorduras saturadas e álcool. Além disto, vegetarianos tem uma maior dificuldade de produzí-la.

Além disso, como cada organismo responde diferentemente à dieta e como a suplementação deve ocorrer de forma estudada e por períodos de tempo definidos, procure um nutricionista funcional. Este será capaz de avaliar a real necessidade de ômega-3, antioxidantes, Q-10 ou outros alimentos ou nutrientes.

VEGETARIANISMO X CÂNCER


Dieta vegetariana reduz risco de câncer de colon
O risco de uma pessoa desenvolver câncer de cólon gira em torno de 7% sendo mais comum em indivíduos do sexo masculino, obesos e com menor nível sócio-econômico. Além disso, dietas ricas em gordura e proteína parecem aumentar o risco para a doença. Por isso, caso queira diminuir a chance de que esta doença acometa você ou sua família, uma boa opção pode ser a adoção de uma dieta vegetariana. Pesquisadores do Tata Memorial Hospital, na Índia avaliaram 8877 pacientes entre 2000 e 2005. Durante a pesquisa foram feitas correlações entre o vegetarianismo de longa data e o câncer de cólon observando-se que este grupo de indivíduos estava menos propenso ao desenvolvimento da doença, principalmente quando a prática se iniciou cedo na vida.



Dietas hiperprotéicas podem aumentar risco de câncer


Estudo preliminar publicado, em dezembro de 2006, por pesquisadores da Universidade de Washington, noAmerican Journal of Clinical Nutrition,demonstrou que pessoas que mantém um peso saudável e consomem dietas com menores quantidades de calorias e proteínas possuem níveis mais baixos de fatores de crescimento plasmáticos e alguns hormônios como o IGF-1 (insulin-like growth factor 1). Existe forte evidência de que estes fatores estão ligados ao risco aumentado de câncer, especialmente de mama, próstata e cólon. Inclusive, o baixo consumo de proteínas e calorias beneficia os indivíduos de forma mais intensa do que aquele conseguido por atletas que consomem uma dieta hipercalórica e/ou hiperprotéica.
Neste estudo, os pesquisadores compararam indivíduos em três diferentes grupos: dieta vegetariana x treinamento de resistência com dieta ocidental (com mais calorias e proteínas que o primeiro grupo) x sedentários com dieta ocidental.
Os indivíduos do primeiro grupo consumiram em média 0,73 grama de proteína por quilo de peso corporal. Os corredores consumiram cerca de 1,6 grama de proteína por quilo de peso, e os sedentários, aproximadamente 1,23 g. A recomendação atual é de que a ingestão média deve ser de 0,8 grama por quilo de peso ao dia.
Ex: indivíduo com 55 kg (55 x 0,8 = 44 g de proteína ao dia).
Os achados demonstraram que os vegetarianos produziram quantidades significativamente menores de IGF-1 quando comparados aos 2 outros grupos.
Outro estudo publicado online em novembro no European Journal of Clinical Nutrition, pesquisadores coletaram informações sobre a dieta de 22.944 adultos saudáveis e encontraram que dietas com restrição de carboidratos e excesso de proteínas estavam associados com aumento da morbimortalidade.
Este estudo vem confirmar novamente a importância do aumento do consumo de cereais integrais, frutas e hortaliças, assim como da diminuição do consumo de produtos de origem animal, afim de beneficiar a saúde.