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agosto 15, 2010

Caso Preta: punição para uma crueldade


MASSACRE DE ANIMAL
Punição para uma crueldade

A história de um massacre ganhou uma rara e exemplar punição na Justiça gaúcha. Em votação unânime, três desembargadores da 21ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado (TJ) condenaram um dos autores do assassinato da cadela Preta – amarrada a um carro e arrastada até a morte em Pelotas, há cinco anos – a indenizar a comunidade por danos morais coletivos.

julho 04, 2010

Nova Zelândia conquista penas mais severas para crimes contra animais

Por Giovanna Chinellato (da Redação)
Dez meses atrás, a Paw Justice levantou uma ação legal contra o abuso de animais na Nova Zelândia, iniciando uma campanha a nível nacional e uma petição voltada para aumentar a pena de quem abusa de animais. Felizmente, essas penalidades mais severas são agora uma realidade.
Foto: AP
Criminosos que abusam de animais agora pagam uma pena maior para um leque mais abrangente de ofensas, e basicamente passarão mais tempo na prisão, sendo mais severamente impedidos do contato com animais.
Mudanças assim não surgem do nada, nem sem a assistência de um grande número de pessoas. Conforme reportagem do jornal NZ Herald, todos os neozelandeses que assinaram a petição e ergueram a voz contra o abuso de animais podem agora sentir-se orgulhosos e responsáveis por esta vitória. A RNZSPCA, que apoiou firmemente os neozelandeses, ajudou a criar as leis. Unidos a neozelandeses que amam seus animais, eles todos fizeram a diferença.
Essas mudanças são os primeiros passos para pôr um fim às atrocidades cometidas contra os animais no país.
A Paw Justice continuará com sua missão educativa, de advocacia e sua ação pelo bem-estar animal.
A Paw Justice pretende monitorar a fiscalização das leis de bem-estar animal, e particularmente sentenciar com penalidades mais severas. Estaremos juntos pelos animais com todos os neozelandeses de compaixão, trazendo união entre os amantes de animais, educando os mais novos, encorajando denúncias, providenciando assistência prática para famílias de animais abusados e lutando por aqueles que não podem lutar por si mesmos. Os animais agradecem.
via ANDA

maio 13, 2010

A produção de ovos de granja e derivados de galinha

As fazendas que abastecem as grandes cidades aplicam métodos de linha de montagem. Os animais são tratados como máquinas que convertem rações baratas em carne, ovos e leite mais caros. Sob esse aspecto, os animais vivem vidas miseráveis do nascimento ao abate. As galinhas têm a má sorte de servirem aos humanos de duas maneiras: pela sua carne e pelos seus ovos.
As galinhas poedeiras passam a vida inteira sem poder se locomover devido ao minúsculo tamanho das suas celas , pisando em fios de arame, sem descanso para os pés, com a luz acesa 24 horas por dia, confinadas sem possibilidades de andar , sem ver a luz e tomar banho d e sol , sem conseguirem virar sobre si mesmas, levantar ou bater uma asa. Normalmente, são usadas gaiolas contendo 2 ou 3 aves , medem de 30 a 35 centímetros de largura por 43 de comprimento (menos que uma página de jornal aberta).
Não podem levantar totalmente no fundo da gaiola e o chão é inclinado para o ovo rolar em direção à calha coletora. O sofrimento do animal é devido ao espaço reduzido e à alimentação pouco natural, forçada, que é um risco para a saúde animal e humana, devido ao uso excessivo de antibióticos, hormônios e à acumulação de toxinas. Em alguns casos, o número de galinhas chega a 9 por gaiola.
Estas galinhas põem mais de 250 ovos por ano, logo os seus corpos ficam fracos e morrem frequentemente com ovos entalados ou por problemas de fígado, devidos ao esforço desenvolvido para produzir gordura e proteínas para os ovos. Após um ano de produção de ovos, as galinhas são consideradas gastas, “inúteis” e são abatidas. Os seus esqueletos fragilizados partem durante o transporte e no matadouro, acabam em derivados de galinha, onde os seus corpos são desfeitos de modo a esconder as nódoas negras , as penas e as fezes dos consumidores. Muitas são incluídas em rações para outros animais de criação.
Os pintos machos não têm valor econômico e são deitados fora no dia em que nascem, da forma mais barata possível, frequentemente postos no caixote do lixo, onde sufocam ou são esmagados e triturados vivos por máquinas de tratamento de lixo. Alguns produtores evitando o “desperdício”, moem os pintinhos vivos, com penas e fezes e depois temperam para fabricar derivados de galinha ( Caldo Knorr, Maggi, Arisco , etc...) Os pintinhos machos que nascem nas granjas são descartados, vivos , moídos numa espécie de liquidificador gigante. Outros são incinerados ou enterrados vivos .
Esta é uma realidade que resume bem o modo de pensar e agir da indústria de criação intensiva produtora de aves e ovos e outros animais no mundo inteiro . Você não precisa deixar de comer ovos - e certamente não o fará. M as quando for ao supermercado, d ê preferência aos ovos de GALINHA CAIPIRA , ou encomende-os a um sitiante (temos vários em Guaratiba), eles são mais naturais e as galinhas caipiras são criadas mais soltas e sem os requintes bárbaros do capitalismo selvagem . Assim , você estará contribuindo em não sustentar essa indústria, fazendo uma alimentação sem crueldade e diminuindo o sofrimento e a tortura dos animais no mundo .  

Fonte

maio 04, 2010

ONG resgata ursos na China

Dez ursos-negros-asiáticos foram resgatados de uma fazenda na província de Shandong, na China, por uma organização de defesa dos direitos dos animais. Os animais eram mantidos para coleta de bile.
Segundo a Animals Asia Foundation, tubos de metal eram inseridos na vesícula biliar dos ursos para retirar a secreção.
A bile de urso é muito usada pela milenar medicina tradicional chinesa para tratar problemas de fígado, infecções nos olhos, febre e outros sintomas.
A libertação só foi possível depois de negociações entre a ONG e autoridades do governo. Ativistas afirmam que esta seria a última fazenda de produção de bile da província de Shandong.
Ao todo, 20 províncias chinesas já não têm mais este tipo de atividade.
Vários animais apresentavam feridas abertas no abdômem ao serem retirados das jaulas, alguns de acordo com os ativistas, se balançavam nas jaulas para aliviar a dor.
Os ursos resgatados foram levados para um abrigo para animais, mas um deles estava tão fraco que teve que ser operado ainda no caminho, na beira da estrada.
A Animals Asia Foundation foi fundada há 12 anos e já resgatou quase 180 ursos, fechando mais de 40 fazendas de extração de bile.
O material tem grande demanda na China, no Japão e na Coreia, mas atualmente, segundo ativistas, já existem 50 substitutos naturais e sintéticos.


maio 02, 2010

Um 1º de Maio que esquece parte dos trabalhadores



Fotos: Chicote Nunca Mais

Então neste sábado é mezzo-feriado, graças ao Dia do Trabalho / Dia do Trabalhador, conforme o ângulo por onde se esteja olhando. Sendo o trabalho mais que uma mera ferramenta da subsistência, mas um ato moral com o qual se obtém respeito e credibilidade, parte dos trabalhadores não são vistos como tal. Estão abaixo de qualquer empregado ou patrão, sem direitos ou Fundo de Garantia, com uma aposentadoria atrelada à morte ‘humanitária’.
Quem puxa uma carroça por horas a fio, ferrado nos cascos e na boca, é um cidadão invisível no cotidiano ‘coelhinho-da-Duracell’ das grandes cidades, presença obrigatória no mecanismo cruel que faz sumir o lixo da frente da casa de cada morador. Não é uma atividade voluntária, e do potro que recebe ‘lições de conduta’ até o cavalo adulto que sofre, sedento, pela burocracia pança-cheia, é uma triste linha de vida. Em paralelo aos que conduzem a carroça.
Alguns glamourizam e ideologizam a coisa toda, como se a carroça fosse símbolo de auto-afirmação valente e política, que não se curva ‘aos poderosos’. Sem esses óculos de lentes cor-de-rosa, o que se vê são miseráveis explorados por alguns um pouco menos miseráveis, sucessivamente, até chegar em um rico empresário, que pinga centavos pelo quilo do lixo valioso. Filhos de carroceiros condenados a também, e somente, ser carroceiros, e basta um olhar atento para vermos que o ‘pra valer’ começa na idade escolar.
Esse nó social se sustenta pelo baixo custo de manutenção de um cvalo, que, ‘amigo do homem’, trabalha de Sol a Sol comendo e bebendo pouco, sem assistência e nem sinal de liberdade, abençoado – muitas vezes – pela morte súbida, precoce e rápiada, no asfalto quente e imundo da Capital. Não sofre mais, pelo menos.
Alguns abnegados ainda correm atrás, no ritmo enxuga-gelo, para socorrer os cavalos estourados pelo expediente forçado, sem remuneração nem escolha. Ficar preso em um aparato de amarras, cordas e ferros, movimentando um veículo instável e pesado cheio de entulho – e mais um, dois ou mais humanos – sem ter pecados a pagar, deve ser uma sensação e tanto. Quando um sapato aperta, eu penso na exaustão eqüina sem chance de defesa, argumentação fiolosófica, pedido de um copo d’água ou mesmo ‘chamar um guarda’.
E como os que puxam carroça, muitos animais foram cooptados pelo RH da humanidade, à força, e fazem o mundo girar no ritmo de seu cansaço. As cenas do trabalho rural com diversos animais não-humanos tomando parte na ativdiade sempre foram captadas pelas lentes sensíveis de fotógrafos para exalar bucolismo, e raramente denúncia. São cachorros cuja vida se mede no comprimento da eterna corrente, são as bestas de carga, os que correm atrás dos rebanhos etc. Escravos que cuidam e manejam outros escravos, presos que estão à prórpia condição de terem sido subjugados ou frustrados nas primeiras tentativas de liberdade, pela mão humana.
Esse patrão exigente que drena a vida de seus comandados, e que descansa no 1º de Maio.

março 11, 2010

McCruelty: Odeio muito tudo isso!

Os frangos mortos para o McDonald's são abatidos usando um método antiquado que resulta em sofrimento extremo. Como um dos maiores vendedores de carne de frango, esta rede tem a responsabilidade - e a capacidade - de reduzir esse abuso exigindo que seus fornecedores estadunidenses e canadenses utilizem um método de abate menos cruel.

Assista ao vídeo da campanha:


Acompanhe as últimas notícias no hot site McCruelty.

Tradução e adaptação: Tes Saloniki

Fonte: McCruelty

março 05, 2010

Jandaia do Sul-PR: Furto de carne surpreende pela crueldade

Ladrões levam partes de animal sem abatê-lo



Um furto de gado em uma propriedade rural em Jandaia do Sul chamou a atenção pela crueldade. Partes do animal como paletas e cupim foram retirados sem que o animal fosse abatido, ele só morreu horas depois do furto, de dor, agonizando.

Vídeo: Sargento Jailton fala na reportagem de André Amaral.

(aviso: cenas fortes)
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Fonte