Pesquisar neste blogue

Mostrar mensagens com a etiqueta ovos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ovos. Mostrar todas as mensagens

junho 03, 2010

Novo vídeo de investigação, agora da COK

Foi divulgado hoje (02/06/2010) pela ONG norte-americana Compassion Over
Killing (COK) um vídeo que documenta a realidade de chocadeiras onde milhões
de galinhas e patos sofrem com a inevitável negligência da máquina de
produção animal.




As imagens foram obtidas no ano passado e aguardavam a apuração das
denúncias até que pudessem ser divulgadas. Apesar de as denúncias terem sido
confirmadas pela investigação conduzida por autoridades policiais, a
promotoria norte-americana decidiu não processar a empresa pelas denúncias
documentadas no vídeo. Assista ao vídeo.


Como sempre, a solução é uma só: o veganismo!

via e-mail por George Guimarães - VEDDAS 

maio 13, 2010

A produção de ovos de granja e derivados de galinha

As fazendas que abastecem as grandes cidades aplicam métodos de linha de montagem. Os animais são tratados como máquinas que convertem rações baratas em carne, ovos e leite mais caros. Sob esse aspecto, os animais vivem vidas miseráveis do nascimento ao abate. As galinhas têm a má sorte de servirem aos humanos de duas maneiras: pela sua carne e pelos seus ovos.
As galinhas poedeiras passam a vida inteira sem poder se locomover devido ao minúsculo tamanho das suas celas , pisando em fios de arame, sem descanso para os pés, com a luz acesa 24 horas por dia, confinadas sem possibilidades de andar , sem ver a luz e tomar banho d e sol , sem conseguirem virar sobre si mesmas, levantar ou bater uma asa. Normalmente, são usadas gaiolas contendo 2 ou 3 aves , medem de 30 a 35 centímetros de largura por 43 de comprimento (menos que uma página de jornal aberta).
Não podem levantar totalmente no fundo da gaiola e o chão é inclinado para o ovo rolar em direção à calha coletora. O sofrimento do animal é devido ao espaço reduzido e à alimentação pouco natural, forçada, que é um risco para a saúde animal e humana, devido ao uso excessivo de antibióticos, hormônios e à acumulação de toxinas. Em alguns casos, o número de galinhas chega a 9 por gaiola.
Estas galinhas põem mais de 250 ovos por ano, logo os seus corpos ficam fracos e morrem frequentemente com ovos entalados ou por problemas de fígado, devidos ao esforço desenvolvido para produzir gordura e proteínas para os ovos. Após um ano de produção de ovos, as galinhas são consideradas gastas, “inúteis” e são abatidas. Os seus esqueletos fragilizados partem durante o transporte e no matadouro, acabam em derivados de galinha, onde os seus corpos são desfeitos de modo a esconder as nódoas negras , as penas e as fezes dos consumidores. Muitas são incluídas em rações para outros animais de criação.
Os pintos machos não têm valor econômico e são deitados fora no dia em que nascem, da forma mais barata possível, frequentemente postos no caixote do lixo, onde sufocam ou são esmagados e triturados vivos por máquinas de tratamento de lixo. Alguns produtores evitando o “desperdício”, moem os pintinhos vivos, com penas e fezes e depois temperam para fabricar derivados de galinha ( Caldo Knorr, Maggi, Arisco , etc...) Os pintinhos machos que nascem nas granjas são descartados, vivos , moídos numa espécie de liquidificador gigante. Outros são incinerados ou enterrados vivos .
Esta é uma realidade que resume bem o modo de pensar e agir da indústria de criação intensiva produtora de aves e ovos e outros animais no mundo inteiro . Você não precisa deixar de comer ovos - e certamente não o fará. M as quando for ao supermercado, d ê preferência aos ovos de GALINHA CAIPIRA , ou encomende-os a um sitiante (temos vários em Guaratiba), eles são mais naturais e as galinhas caipiras são criadas mais soltas e sem os requintes bárbaros do capitalismo selvagem . Assim , você estará contribuindo em não sustentar essa indústria, fazendo uma alimentação sem crueldade e diminuindo o sofrimento e a tortura dos animais no mundo .  

Fonte

abril 26, 2010

Vídeo mostra crueldade em granjas de ovos


Um vídeo de câmera escondida feito pela Humane Society of the United States, uma entidade de proteção animal americana, mostra o inferno que é a vida dessas aves exploradas pelos seus ovos, até serem cruelmente mortas quando sua vida “útil” terminar.