Pesquisar neste blogue

Mostrar mensagens com a etiqueta ativismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ativismo. Mostrar todas as mensagens

setembro 18, 2010

Ativismo eficiente: veganismo para pessoas preocupadas com saúde


Soluções Vegetarianas - Melissa Martin


Neste artigo, vou continuar o tema de ativismo eficiente, especificamente vou compartilhar algumas ideias relacionadas ao marketing às pessoas que se importam com assuntos de saúde. Depois de ler o que foi um sucesso na minha própria experiência de ativismo, pode ser que vocês, leitores, possam compartilhar ideias e experiências boas no seu ativismo para que todos nós possam compartilhar ideias e ser melhores ativistas. Quanto mais colaboramos e compartilhamos estas dicas, melhor para salvar mais animais.

O que não é eficiente ao promover veganismo? O debate com pessoas que comem carne! Em nome dos animais, devemos parar de debater sobre proteína, o comprimento dos intestinos, o tipo de dentes, herbívoro contra carnívoro etc. Quanto tempo e energia gastamos neste debates?! Ao final, gastando tempo num debate significa que estamos perdendo tempo de educar as pessoas sobre opções veganas para tirar carne da dieta. O argumento distrai muito e, ao final, gastamos o nosso tempo no debate e não damos soluções veganas para pessoas que querem saber o que devem ou podem comer para serem mais saudáveis. As pessoas que querem ter boa saúde não podem defender comida não vegana quando comparamos os valores nutritivos: a carne sempre tem colesterol e nunca tem fibra.

Na minha experiência, quando uma pessoa disse “mas eu gosto de carne,” em vez de ter um debate sobre o gosto, sempre dei uma lista de produtos de carne vegetal. Se uma pessoa disse “mas tenho medo de não ter proteína suficiente,” eu, antes de tudo, lembrei-a de que tem muita proteína em soja, a “carne” vegetariana. Eu sempre digo que a vantagem dessas fontes de proteína é que contêm fibra e nunca têm colesterol, e que em muitos casos têm menos gordura saturada. Isto foi mais produtivo que ter debates sobre o gosto individual ou a quantidade precisa de proteína. Eu lembro as pessoas de que colesterol e gordura saturada têm sido associados com infartos e ataques cardíacos e que a falta de fibra e alta ingestão de açúcar têm sido associadas com diabetes. Em geral, o público já sabe isso. Na minha opinião, como ativistas, nosso papel é ajudar as pessoas a pararem de consumir os animais, não é serem experts em tudo. Para isso, posso sempre encaminhar as pessoas aos experts. Sou fã da Revista dos Vegetarianos, sempre tem artigos ótimos de Eric Slywitch, dietista registrado— além das receitas ótimas! Não sou expert, gosto de ler literatura escrita por pessoas que têm feito as investigações (de fontes seguras e confiáveis). Da minha experiência, as pessoas acreditam mais no que leem do que no que ouvem. Por isso, é superimportante ter literatura vegana que é bem investigada, de fontes confiáveis. Quando digo “literatura”, estou falando de cópias de artigos promovendo comida vegetariana/vegana e panfletos com informação associada com comida, saúde, nutrição. Então, a seguir está uma lista de lugares onde deixei este tipo de literatura vegana:

1. Na sala de espera em hospitais e consultórios médicos (nota importante: para ter permissão de deixar literatura promovendo veganismo, todas as vezes em que mostrei literatura com imagens de tortura e sange, os médicos sempre diziam “não”, mas quando mostrei panfletos com informação comparando os valores nutritivos de comidas, receitas, informação médica com citações, sempre me deram permissão a deixar os panfletos). O bom é que pessoas têm tempo de ler quando estão esperando a sua hora marcada, e com a literatura deixada no consultório de um médico ou hospital.

2. Nos eventos de saúde. Procure ver onde há eventos de saúde na sua comunidade. Nos EUA, temos festivais de saúde do condado na cidade onde eu moro, nas escolas, nas corporações e nas igrejas protestantes (porque há muitos pastores que veem que a congregação está envelhecendo e ficando menos saudável e estão morrendo mais pessoas jovens hoje em dia, especialmente nas igrejas onde há afrodescendentes, por causa de doenças cardíacas). As empresas gostam de ter empregados saudáveis porque quanto mais saudável, mais produtivo e menos dias de folga.

3. Nas academias e spas. As pessoas que se preocupam com o corpo vão à academia e aos spas. Estas pessoas gostam de saber mais como poderão ser mais saudáveis. Eu sempre perguntei ao dono da academia quando poderia chegar para espalhar informações sobre dietas veganas. Pessoas que fazem musculação estão preocupadas mais com proteína, então sempre tive uma lista de fontes boas de comidas veganas com muita proteína, com pouca gordura saturada. Quando falei com homens, abordei a maneira como essas fontes podem ajudar a ter músculos com muita definição por causa da alta proteína com menos gordura animal. As pessoas que vão a um spa estão mais preocupadas com gordura, desintoxicando o corpo, emagrecendo etc. Então, sempre tive uma lista de comidas naturais com muita informação nutritiva e fiz cópias de bons artigos de saúde.

4. No mercado e/ou restaurante de comidas vegetarianas, orgânicas. Deixe a literatura vegana nesses lugares. Muitas vezes, há um lugar específico onde o gerente vai permitir informação educativa. Nota que também vale para este caso: imagens não devem estar na literatura quando estamos tentando atrair ao veganismo as pessoas interessadas na saúde. Primeiro, porque, precisamos lembrar quem é o nosso target audience, e segundo, não é muito bom ter imagens grosseiras de animais e sangue em um restaurante — só vai ter despesas ao imprimir ou comprar, porque muitos gerentes vão jogar os panfletos/materiais no lixo!

5. Nas corridas. As pessoas que correm o fazem “jogging” importam com a saúde. Sempre que há competições, encontra-se nas comunidades e, às vezes, nos sites de internet, um calendário com local e dia. Sempre fui com literatura para distribuir a este público. O final de uma competição (à linha da chegada) é um lugar ótimo para distribuir informação sobre uma dieta saudável (vegana), especialmente porque depois de correr, normalmente, tem comida para as pessoas que completam a corrida, e as pessoas se sentem vencedoras! O material mais popular que fiz era uma meia-página de informação sobre os benefícios de uma dieta vegana com uma lista de comidas veganas (com nome/marca) de substituições à carne (também com gramas de proteína e gordura). Copiei duas em uma página, em ambos lados, cortei e distribuí. Também tive sempre uma prancheta (clipboard) para que as pessoas interessadas tivessem a oportunidade escrever seu e-mail e número de telefone e recebessem um convite para os jantares vegetarianos que havia todo mês. Depois do evento, podia ver o aumento de visitas no meu site e sempre tive uma folha de cadastro nos jantares com um lugar para marcar de onde veio a pessoa (com a pergunta: “Como você ouviu do jantar?”. Respostas: corrida, internet, amigo, panfleta em ____ etc.). Dessa maneira, podia ver quem estava chegando ao jantar e de onde. O bom é que sempre tivemos muitas pessoas jovens, em boa forma, participando dos jantares. A maioria eram homens (e muitos deles solteiros). Isto atraiu muitas mulheres vegetarianas e os homens atléticos também ficavam felizes por haver tantas mulheres nos jantares . Embora eu não fizesse ativismo para ser “cupido”, tenho que confessar que tivemos muitos namoros no grupo!

Esta lista pode ser mais ampla… E aí, quais são as suas ideias e estratégias relacionada a ativismo em nome de saúde? O que tem funcionado ou não na sua experiência com esse grupo de pessoas que se preocupam da saúde? Quais são os bons sites na internet com esta informação? Compartilhem suas sugestões e comentarios, por favor! Colaboremos para salvar mais animais!!!

Logo da ANDA » Agência de Notícias de Direitos Animais

agosto 27, 2010

Vanguarda Abolicionista recebe ativista do Vida Universal, da Alemanha

Fotos: RSantini
vida universal

por Marcio de Almeida Bueno, jornalista
Na noite desta quarta-feira, dia 25 de agosto de 2010, a Vanguarda Abolicionista promoveu um bate-papo em Porto Alegre com a ativista Janete Wood, do grupo alemão Vida Universal. O restaurante vegano Casa Verde lotou, com dezenas de pessoas interessadas nas experiências do Universelles Leben, que possui representantes em muitos países do Ocidente. Veganos, vegetarianos, ativistas, integrantes da VAL e do Projeto Pro-Animal, deSão Leopoldo, se fizeram presente na ocasião, que reuniu alguns dos maiores nomes e pensadores da libertação animal no Rio Grande do Sul.

maio 31, 2010

Justiça Capixaba Diz SIM aos Animais !!

                             MINISTÉRIO  PÚBLICO  E POLÍCIA CIVIL DO ES  SE  ALIAM   À CAUSA ANIMAL!!
Finalmente,depois de longos anos, a Justiça do ES se declina à  Causa Animal e se une à Luta Contra às Maldades  e aos Maus-Tratos  contra nossos Irmãos...
Na ultima terça-feira,dia 25, aconteceu no ES mais um evento histórico em prol de um Mundo Mais Justo para com os Animais.
 DELEGADO GERAL DA POLÍCIA CIVIL DO ES APOIA E TOMA MEDIDAS EFETIVAS  PARA CRIAÇÃO  DA  PRIMEIRA DELEGACIA ESPECIALIZADA EM PROTEÇÃO ANIMAL DO ES...
 Reunião com Delegado-Chefe da Polícia Civil-ES 
                                                                                                

maio 07, 2010

O veganismo pela via da educação



Eric Prescott Foto: sem crédito
Eric Prescott é um ativista vegano que mora em Boston, nos Estados Unidos, onde atua através da Boston Vegan Association, que ele co-fundou. Abolicionista, Eric concentra seus esforços em educação vegana. Um de seus projetos é um documentário chamado I’m Vegan(Sou Vegano), que reúne depoimentos subjetivos de veganos com o objetivo de desfazer preconceitos sobre o veganismo. 
Nessa entrevista exclusiva dada ao repórter da ANDA, Lobo Pasolini, Prescott fala sobre seu trabalho, as formas efetivas de ajudar para que as pessoas se tornem veganas e dá conselhos e sugestões para outros ativistas e aqueles que desejam se juntar à causa animal.
ANDA – Qual a forma mais efetiva de conseguir que as pessoas se tornem veganas e respeitem os animais como entidades livres?
Eric Prescott- Se o objetivo é conseguir que os humanos respeitem os não humanos como indivíduos senscientes com o direito moral de não ser propriedade, então os meios devem lembrar os fins para serem eficazes. Em outras palavras, nosso ativismo vegano deve girar em torno de educação de direitos animais abolicionistas e não de argumentos que não conduzam a uma visão abolicionista. Sendo assim, nós devemos educar as pessoas para que eles levem os interesses dos animais a sério, particularmente o interesse deles em não serem usados como propriedade humana. Na maioria dos casos, isso quer dizer ajudá-los a “ligar os pontos”. Muitas pessoas pensam que elas respeitam os animais. Por exemplo, elas pensam que é errado fazer mal aos animais (como gatos e cães) sem necessidade, mas elas não vêem que usar e consumir partes animais e produtos derivados também faz mal aos animais. Se nós conseguirmos ajudar-las a fazer essa conexão, nós teremos uma chance maior que as pessoas escolham o veganismo em solidariedade com o interesse dos animais de não serem usados como propriedade. A medida que mais pessoas pararem de usar animais porque elas acreditam que a exploração animal é errada, nós efetivamente faremos crescer um movimento abolicionista.
ANDA – Como o legista e filósofo Gary Francione, você é bastante crítico de reformas bem-estaristas como o abate humanitário, ovos de galinhas criadas “fora de gaiolas” etc. Qual é o problema com essas idéias e tendências e como elas podem obstruir o caminho até os direitos animais de fato?
Eric Prescott- Eu vou recapitular alguns pontos centrais de Francione aqui, porque eu não tenho nada para acrescentar ao que ele já escreveu. Primeiro, tentar reformar um sistema que considera os animais propriedade legitimiza o sistema, cuja premissa é que é moralmente justificável usar animais para o nosso benefício. A visão de direitos nos compele a desafiar essa presunção fundamental, e não conseguiremos isso enquanto ignorarmos a raiz do problema e focarmos em campanhas de reforma que nunca acabam. Como Francione diz, bemestarismo apenas leva a mais bemestarismo. Além do mais, essas campanhas tendem a beneficiar os exploradores de animais. Como Francione já demonstrou, as únicas reformas adotadas pela indústria são aquelas que geram benefícios de custo. É claro que está em seu interesse econômico explorar os animais de formar mais eficiente. Além disso, essas reformas tendem a proteger os exploradores de animais ao dar ao público a impressão de que os animais estão sendo “bem” tratados. Assim, reformas aliviam a consciência do público. Por fim, essas campanhas não protegem significativamente os interesses dos animais de não sofrerem. Os animais ainda são considerados propriedades e seus interesses são subjugados aos interesses dos seus “proprietários” humanos. Galinhas criadas fora de jaulas ainda sofrem muito como resultado de sua exploração. Fazer campanha por ovos de galinhas criadas fora de gaiolas ou por abate em atmosfera controlada é fazer campanha para causar sofrimento aos animais de uma forma e não de outra. Não tem nada a ver com proteger de forma significativa o interesse do animal de não ser propriedade. Com nosso tempo e recursos limitados, nós devemos focar nossos esforços na raiz do sofrimento animal, que é, em primeiro lugar, o fato de que nós os usamos. Recursos usados em reformas são recursos que poderiam ser usados para fazer crescer o movimento abolicionista através da educação vegana.
ANDA – O foco no sofrimento animal é um dos instrumentos principais do ativismo vegano. Em sua opinião, qual a eficácia das investigações de câmera escondida que mostram animais sendo abusados, torturados e mortos?
Eric Prescott – Eu sou um tanto quanto dividido nessa questão. Eu acho que mostrar evidência que os animais sofrem através do seu uso rotineiro é uma maneira forte de provar para as pessoas que a exploração animal, na melhor das hipóteses, machuca. Eu não acho que investigações em vídeo mostrando animais sendo feridos de formas atípicas são úteis para o abolicionista porque a ênfase nesse caso é em abuso e não no uso padrão. Isso pode dar a impressão que o problema é que o animal não está sendo usado devidamente e não de que o problema é que o animal está sendo usado como propriedade. Além disso, é fácil perder de vista o problema subjacente quando o foco é nos males individuais causados aos vários animais explorados para usos diversos. Essa é a razão pela qual eu acredito que é importante focar em uso rotineiro e explicar nesses casos porque o dano ocorre, amarrando isso com o argumento pela abolição da condição de propriedade dos animais. Algumas pessoas talvez não queiram ver esse tipo de imagem, e talvez prefiram ler sobre o assunto ou ouvir da boca de um ativista. Panfletos podem ser úteis também. A chave da questão é educação sobre a questão fundamental da exploração institucional, e quaisquer materiais usados no ativismo devem sempre trazer isso a tona e não simplesmente focar no modo como os animais são (mal) tratados.
ANDA – O que você diria a um vegetariano/uma vegetariana que resiste a tornar-se vegano?
Eric Prescott – Para os vegetarianos éticos (em contraste com os vegetarianos pela saúde), eu parto do mesmo princípio com eles de que nós dois entendemos que eles são vegetarianos porque nós acreditamos que é errado causar mal desnecessário aos animais. Então eu demonstro que ovo e laticínios são desnecessários e que essas indústrias fazem mal aos animais, e desfaço o mito de que os animais não são mortos por essas indústrias. Daí é uma questão de ajudá-los a entender que os animais sempre sofrerão enquanto eles forem usados como propriedade. Sendo assim, a única forma de evitar esse mal é não usá-los para nenhum propósito, isso é, tornar-se vegano.
ANDA – Diante de tantos obstáculos e enorme resistência cultural, o que os ativistas podem fazer para permanecer motivados?
Eric Prescott – Eu não posso dizer o que funciona para todo mundo, mas o que me mantém motivado é saber que eu simplesmente não posso não fazer algo. Eu não posso permanecer em silêncio. Eu não acredito que nós devemos permanecer em silêncio sobre o sexismo, racismo e assim por diante, e o mesmo se aplica ao especismo. Claro, é motivante saber que muitas pessoas tornaram-se veganas por causa do meu trabalho ou influência, mas mesmo se eu não soubesse sobre essas pessoas (e deve haver várias sobre as quais eu não sei), ainda assim eu permaneceria motivado pela minha certeza de que eu tenho que falar contra a injustiça. Eu também tento ser realista. Tudo o que eu posso fazer é me educar bem e depois educar os outros para plantar as sementes da mudança vegana. Algumas pessoas serão receptivas logo de cara, outras não. Não devemos perder o estímulo se não conseguirmos convencer todo mundo que encontramos a tornarem-se veganos. É além de nossa habilidade convencer todo mundo a mudar, mas nós podemos dar-lhes informação que pode convencê-los a mudar seu comportamento por vontade própria. Elas são responsáveis por suas decisões.
ANDA – O que você diria para aqueles que desejam tornar-se ativistas veganos?
Eric Prescott – Eduque-se. Leia seus livros e o blog abolitionistapproach.com [que inclui textos emportuguês. Uma versão traduzida do blog encontra-se aqui]. Esse material dá uma noção boa da abordagem abolicionista e o ajudará a tornar-se um ativista vegano mais eficiente.

maio 02, 2010

Ativistas capixabas protestam contra extermínio de gatos


Por Lobo Pasolini (da Redação)
Cerca de 50 ativistas de defesa animal se reuniram ontem de manhã na Praia de Itapuã, em Vila Velha (ES) para protestar contra o extermínio de gatos no local. Cerca de 15 felinos foram envenenados com chumbinho na últimas semana, o que é crime previsto pela Lei Federal 8.137/90, Artigo 273 do Código Penal e Artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais.
Como parte do protesto, os ativistas fincaram cruzes de papelão na praia para homenagear as vítimas do massacre. Os manifestantes também usaram a oportunidade para panfletar e educar pedestres e motoristas sobre a necessidade de castrar animais domésticos. Além disso, eles fizeram um apelo para que a população denuncie casos de violência contra animais.
A empresa local cobriu o evento para a TV e a internet. Moradores locais, também revoltados com o crime, deram o seu apoio aos manifestantes. A iniciativa foi da Sociedade Protetora dos Animais do Espírito Santo.
Vídeo da montagem do protesto:
Fonte: ANDA

abril 18, 2010

Já nada é como antes...

Hoje acordei melancólica. Fui ao meu baú de memorias e lembrei-me deste vídeo.
Já nada é como antes, nem as pessoas, nem o clima, nem o Planeta. 
Evoluímos? Como? 
As memórias perdem-se no tempo e nem os líderes se lembram de promessas, de palavras que outrora foram tão fortes, tão sinceras e tão inocentes.
Manda quem quer e faz quem pode. Mas os que podem continuam sem fazer NADA!
Vale a pena relembrar esta história. 
Nós merecemos melhor. O Planeta merece melhor!



Severn Cullis-Suzuki ( Vancôver, no Canadá) é uma activista, escritora oradora de temas ambientais. É possivel que não saibam quem é, porque não aparece na televisão nem nas revistas, mas ficou conhecida aos 12 anos de idade, quando silenciou a ONU num discurso no Rio de Janeiro durante a ECO92.




As suas palavras na altura, parecem tão actuais agora como o eram em 1992.
 Já passaram 18 anos e afinal o que mudou?

Eu falei por seis minutos e recebi uma aclamação de pé. Alguns dos delegados gritaram mesmo. Eu pensei que eu tinha alcançado algum deles com o meu discurso. Agora, dezoito anos mais tarde, depois de ter participado em mais conferências, eu não estou certa que o tenha conseguido. Minha confiança nos povos, no poder e no poder de uma voz foi agitada profundamente.
Quando eu era pequena, o mundo era simples. Mas como um novo adulto, eu estou aprendendo que como nós temos que fazer a escolha -instrução, a carreira, estilo de vida- a vida começa cada vez mais complicada. Nós estamos começando a sentir a pressão de produzir e ser bem sucedidos. Nós estamos aprendendo uma maneira nova de olhar o futuro a curto prazo, centrando sobre termos de quatro anos do governo e relatórios de negócio trimestrais. Nós somos ensinados que o crescimento económico é progresso, mas nós não somos ensinados a como levar a cabo uma maneira feliz, saudável ou sustentável de vida. E nós estamos aprendendo que aquilo que nós pensámos para nosso futuro quando tínhamos 12 anos era idealista e ingénuo.


A mudança ambiental real depende de nós. Nós não podemos esperar nossos líderes. Nós temos que focalizar quais as nossas próprias responsabilidades e em como nós podemos fazer a mudança acontecer.


Filha do Biólogo canadense David Suzuki, Severn Cullis Suzuki, fundou aos 9 anos a Organização das Crianças em Defesa do Meio Ambiente (ECO). Ficou famosa e conhecida no mundo todo em 1992, quando com 12 anos, proferiu o discurso acima, durante a ECO 92 - Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, que ocorreu no Rio de Janeiro (Brasil, 1992) e emocionou todos, conseguindo tirar lágrimas de vários delegados e dirigentes políticos, sendo ovacionada por todos os presentes. Desde então, não parou mais! Mundialmente reconhecida como "A menina que calou o mundo por 5 minutos", Severn Suzuki é hoje ativista ambiental, palestrante internacional, apresentadora de TV, autora e membro ativo do painel sobre Meio Ambiente das Nações Unidas. Em suas palestras leva pelo mundo inteiro a importância de redefinir nossos valores, pensar no social, nos mais carentes, agir pensando nas consequências futuras e de ouvir as crianças. É dela também o projeto Skyfish, um site que incentiva a juventude a falar sobre seu futuro e adotar um estilo de vida sustentável.

Este discurso, aconteceu em 1992, mas nunca foi tão atual!



Severn Suzuki
Em 1992, Severn Suzuki, representante da ECO, organização de crianças em defesa do meio ambiente, calou o mundo com apenas algumas palavras.


Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, Rio de Janeiro, 1992
“Hoje eu tenho medo de tomar sol por causa dos buracos na camada de Ozônio, tenho medo de respirar porque não sei quais substâncias químicas o estão contaminando…” 
“Apesar do meu medo, eu não tenho medo de mudar o mundo da maneira que eu acredito que deve ser mudado”. clamou Severn para os líderes que assistiram calados, e que ganhou, no ano seguinte, o prêmio anual das Nações Unidas para o Meio Ambiente, pelo seu discurso.
Depois de tanto tempo,  seu discurso ainda é extraordinário e relevante. Porém, é triste perceber que as palavras de Severn Suzuki ainda são muito atuais e, agora, é uma realidade urgente. Ela mesma sabe disso. Sua caminhada em defesa do planeta não parou depois do seu discurso, na cidade do Rio de Janeiro. Severn Cullis Suzuki  tem sido sempre ativa no trabalho da justiça ambiental e social.
O texto do vídeo fala por si, mas pode ser resumido como um grito das crianças para os adultos. Se antes eles ensinaram às crianças a como se comportar, a cuidar do meio ambiente, hoje deixam o mundo sem florestas, destroem a Camada de Ozônio e deixam animais entraram para os cruéis rankings da extinção. Sublinha o medo de um futuro que poderá não existir, e que devemos lutar para impedir que isto aconteça. O preço do nosso futuro, da mudança tecnológica, está nos recursos que nós consumimos, a fim de gerar riqueza. Temos de pensar primeiro sobre as mudanças, às vezes irreversíveis, antes de avançar ainda mais. E se estamos fazendo o nosso ecossistema pagar um preço demasiado alto, a última frase de Severn, emblemática e poderosa, dirigidas aos adultos no encerramento de sua fala é a melhor reflexão:
“Eu desafio vocês. 
Por favor, façam suas ações refletirem as suas palavras. Obrigada”.

Severn hoje, é membro ativo do painel sobre Meio Ambiente das Nações Unidas, É dela também o projeto Skyfish, um site que incentiva a juventude a falar sobre seu futuro e adotar um estilo de vida sustentável.

março 28, 2010

Fundação Brigitte Bardot

Fondation Brigitte Bardot 


"A Fundação Brigitte Bardot luta contra todas as formas de sofrimento dos animais na França e no estrangeiro. Ela participa de projetos de reintrodução na natureza ea criação de santuários e centros de reabilitação para animais selvagens.
Ela também participa do desenvolvimento de leis que protegem os animais e implementa campanhas de sensibilização do público em geral ". 

março 01, 2010

APOIO para a Ativista Bianca Turano


 Compartilhando Vitórias

Olá amigos da SVB,

É com grande alegria que queremos compartilhar com todos vocês a primeira vitória da SVB e do Ativismo no nosso país: o processo movido contra a SVB nacional foi considerado improcedente.
Ainda temos duas batalhas pela frente, mas é importante que comemoremos cada uma das vitórias!
Compartilhando VitóriasOlá amigos da SVB,
É com grande alegria que queremos compartilhar com todos vocês a primeira vitória da SVB e do Ativismo no nosso país: o processo movido contra a SVB nacional foi considerado
 improcedente.
Ainda temos duas batalhas pela frente, mas é importante que comemoremos cada uma das vitórias!

Temos forças para transformar esta realidade. O boicote é uma forma EFICIENTE de agirmos AGORA por um mundo melhor e mais justo para os animais não-humanos.

Junte-se à nós! Seja mais uma voz a clamar pelos direitos daqueles que não podem se expressar!

Unidos somos mais fortes.

Libertação Animal, humana e não-humana!


“Liberdade, liberdade,
Abre as asas sobre nós…
E que a voz da igualdade,
Seja sempre a nossa voz!!!“

fevereiro 23, 2010

Ativistas tiram a roupa em Espanha contra uso de peles de animais

Militantes cobriram-se de sangue de mentira em Madrid.
Eles mostraram fotos de animais em risco em ato na Porta do Sol.





Foto: Reuters

Ativistas pró-direitos dos animais cobrem-se de sangue de mentira durante protesto na Porta do Sol, em Madri, neste domingo (21). (Foto: Reuters)



Reuters/Reuters

Os ativistas tiraram a roupa e mostraram fotos de animais ameaçados para alertar contra o uso de peles na moda. (Foto: Reuters) 


fevereiro 11, 2010

Nações Unidas condenam ações do governo japonês contra ativistas do Greenpeace


Junichi Sato e Toru Suzuki estão com julgamento marcado para a próxima segunda-feira, dia 15.
A Organização das Nações Unidas pelos Direitos Humanos revelou que o governo japonês infringiu uma série de leis internacionais de Direitos Humanos ao manter detidos dois ativistas do Greenpeace que desvendaram uma rede de corrupção no programa baleeiro japonês.
Junichi Sato e Toru Suzuki, conhecidos como “Tokyo Two”, serão julgados no dia 15 de fevereiro. “Nossos ativistas agiram em prol de um interesse público ao expor o escândalo que envolve o programa de caça de baleias japonês. Agora está claro que essa não é apenas uma opinião do Greenpeace, mas também de um órgão das Nações Unidas.”, disse Kumi Naidoo, diretor executivo do Greenpeace Internacional.
O Grupo de Trabalho constatou que Sato e Suzuki “agiram considerando que suas ações eram de interesse público, já que diziam respeito a crimes com valores dos contribuintes japoneses”. Reconhece-se que ambos colaboraram voluntariamente com a polícia e com o Ministério Público e que essa cooperação não foi reconhecida. Apesar disso, o Governo se nega a aceitar qualquer tipo de informação relevante, como o trabalho de ambos como ativistas ambientais, a investigação que realizaram, as provas recolhidas ou a ajuda que deram às autoridades para investigarem formalmente as alegações.
Concluiu-se também que o direito dos ativistas de não serem arbitrariamente privados de suas liberdades, os seus direitos à liberdade de opinião e de expressão e ao exercício legítimo atividades, bem como o seu direito de participar em atividades pacíficas
sem intimidação ou assédio não foram respeitados pelo Sistema de Justiça japonês. Tais fatos violam os artigos 18,19 e 20 da Declaração Universal dos Direitos Humanos e artigos 18 e 19 do Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos. Foi também considerado que Sato e Suzuki tiveram o direito de contestar a sua detenção negado.
“A decisão de se dedicar a esse processo político foi feita pelo governo japonês anterior. A nova administração pode remediar a vergonha do presente parecer, garantindo que o processo agora será justo, de acordo com padrões legais internacionais”, disse Naidoo, que está viajando para o Japão na próxima semana para observar o julgamento.
Desde a sua primeira prisão, em junho de 2008, mais de 250.000 pessoas assinaram uma petição cobrando justiça para Junichi e Toru. Grupos de direitos humanos como a Anistia Internacional questionaram a legitimidade do processo. Foi iniciada hoje uma semana de protestos nas embaixadas do Japão ao redor do mundo, à espera do julgamento de segunda-feira.
Fonte: ANDA

MP proíbe jegues e cavalos em bloco histórico de Salvador


Barrados pelo MP, burros não irão à Mudança do Garcia (Foto: Vagner Magalhães/Terra)

Em reunião no Ministério Público da Bahia, nesta quarta-feira, os organizadores do tradicional desfile carnavalesco Mudança do Garcia, que vai às ruas de Salvador há mais de 80 anos, se comprometeram a não usar mais carroças puxadas por animais.
O bloco de protesto, nascido no bairro popular do Garcia, se tornou um patrimônio do Carnaval baiano e, com essa medida, pode iniciar sua decadência, já que o uso de jegues, cavalos, burros, que carregam cartazes com críticas a políticos, ficará proibido a partir de 2011. A partir deste ano, haverá restrições.
Por pressão das entidades ambientalistas Terra Verde Viva e Célula Mãe e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seção Bahia, o promotor de justiça da 2ª Vara do Meio Ambiente, Heron de Santana Gordilho, promoveu uma reunião com os organizadores do único desfile de protesto da folia de Salvador.
“Este ano não vai ter figura de destaque, isopor, nada. Nem cavalo nem nada. Não foi só o Ministério Público, não! Estava um monte de gente lá… OAB, ambientalistas… Batemos na tecla da tradição, mas eles alegaram que a tradição não pode prejudicar os animais”, diz Lorito, um dos organizadores da Mudança.
Questionado se a festa não se tornará careta, por radicalismos de ambientalistas, Lorito lamenta a proibição, mas diz que lei é lei.
“Eles alegam que só os animais estarem no meio de tanta gente, o som, o batuque, isso estressa. E o calor… Não pude falar nada. Foi constatado pelo veterinário: o animal ouve 20 vezes mais do que a gente. Vou dizer que não tem? Já vi os caras das Muquiranas (bloco de travestidos) pegarem nos testículos do cavalo. E uma mulher deu “uma tapa” no animal… Essas coisas acontecem.”
Para o organizador, a Mudança se “descaracteriza” com a interferência do MP.
“Não acho que a Mudança vai acabar, mas ela se descaracteriza. Fica bonita de carroça! A gente vai ter que colocar a Mudança à altura dela. Estamos contando com todo mundo pra solucionar esse problema”, relata Lorito.
Em tempo: na histórico desfile da Independência na Bahia, o 2 de Julho, há também a presença de carroças, jegues, burros, cavalos… E demais classes. Ainda não foi baixado um novo mandamento.
Fonte: Terra

Estudo sobre Ativismo Vegetariano na Internet

A  publicitária vegana Milena Pacheco divulgou recentemente os textos da monografia que a fizeram obter - com nota máxima - o título de bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda pelo Instituto Superior de Ciências Aplicadas, em Limeira, interior de São Paulo. Nos textos há um profundo estudo sobre as divulgações do vegetarianismo através da internet, com bastante material comentado aqui do Vista-se.

Clique no botão VIEW IN FULLSCREEN na caixa abaixo | Para voltar pressione ESC em seu teclado





Mimlena Pacheco “Como em todo vegetariano(a), a vontade de divulgar a ideologia “cruelty free” me acompanha em todos os momentos. Ao final da longa jornada universitária, veio a liberdade da escolha de um tema para o trabalho de conclusão de curso.
Logo de cara, surgiu a ideia de juntar o útil ao agradável e resolvi escrever sobre nossa ideologia e a divulgar durante a apresentação do trabalho para aqueles que não a conheciam e estivessem ali presentes, assim como disponibilizá-la posteriormente. Recebi elogios vindos dos professores, dos alunos, dos pais de alunos ali presentes e de todos aqueles que me apoiaram durante essa jornada.
Muitos vieram me perguntar sobre o assunto e demonstraram interesses em se tornarem vegetarianos, pedindo dicas de receitas, produtos, nutrição, lojas, etc., e isso nos mostra o quanto é importante seguir em frente com nosso ativismo, seja online ou “nas ruas”, pois ainda há muita gente que precisa despertar sua consciência para a realidade. Agradeço a todos que contribuíram e que contribuem para a libertação animal.
Dedico esse trabalho a todos aqueles que lutam pela ética no tratamento da causa animal e buscam, com isso, fazer das pessoas e do planeta que habitamos um lugar melhor.” Milena Pacheco.


Fonte: Vista-se

fevereiro 04, 2010

Cozinha vegana no FSM: A ALDEIA DA PAZ




por Claudia Lulkin, Nutricionista Ambientalista e Educadora Popular


A ALDEIA DA PAZ é o ponto de convergência “espiritualtermundista” – politizando os processos espirituais e espiritualizando a política.
Tem como bandeira a bandeira da Paz, do Calendário Maia, a bandeira branca com um círculo em ´vinho e tres bolas dentro desse círcuo que representam o encontro entre a ARTE, a CIÊNCIA e as RELIGIões, visão ecumênica que reúne todas as manifestações. O calendário Maia chama-se SINCRONÁRIO. è aí que as sincronias acontecem todo o tempo, orientando cada indivíduo numa CULTURA DE PAZ. A Arte é um valores maiores: TEMPO É ARTE.

Fotos: Claudia Lulkin

O calendário Maia segue o movimento da natureza, das LUNAÇÕES, de 28 em 28 dias e não de 30 ou 31 dias como o calendário gregoriano.
Na ALDEIA DA PAZ se pratica a auto-gestão, a sustentabilidade e Economia Solidária.
O alimento é vegano e é “pago” através do CHAPÉU MÁGICO, que é passado junto com as refeições.
Quanto melhor, mais deliciosa, mais bem elaborada e mais cheia de amor a comida, melhor funciona o chapéu mágico.

Por duas vzs nesta Aldeia o chapéu recebeu 50 reais. E ganhou um azeite de oliva de primeira extração, orgânico- premiado em Portugal com prêmio italiano.
Todos os espaços são construídos coletivamente e são “encantados” – embelezados com ARTE, para gerar mais alegria, encantamento e boas energias. A Cozinha ECOmunitária ganhou um fogão de chão, um forno para pães e tortas, duas bocas “foguete” feitos de BARRO AMASSADO coletivamente e cobertura de bambu em forma de tartruga.

A ALDEIA abriga o FOGO SAGRADO que é aceso antes do início do Fórum e fica aceso ao longo deste, sendo apagado somenteapós o final. o final.
Neste ano o ritual de acender a fogueira contou com a presença de vários sacerdotes de inúmeros movimentos religiosos: harekrshna, umbanda, naya bing, com muita percussão e encantamento.

A ALDEIA teve seu próprio palco, que é bem pouco acima das pessoas que ficam dançando em sua frente, pois no palco estão “irmãos” que já fazem suas próprias músicas e que “encantam” a festa à volta do fogo sagrado.
Todos os dias são feitas duas rodas de decisões coletivas e da escolha de voluntários para os trabalhos diários: buscar lenha, fazer as composteiras, limpar os banheiros secos, escolher ajudantes da cozinha…

Neste ano tivemos também a TENDA DE SUOR – TEMASCAL, ritual de fortalecimento de propósitos e a Tenda da Cura, onde se fizeram chás, pomadas, xaropes, cânticos.
A ALDEIA ainda abrigou a PRODUTORA CULTURAL COLABORATIVA que utilizou software livre para baixar fotos, vídeos e manter conexão com o mundo ao longo de todo o evento.
A ALDEIA começou a ser construída a partir do dia 15 de janeiro.
Ainda a FLOR DAS ABELHINHAS, espaço de brincadeiras, alimentação vegana e atenção às crianças da própria ALDEIA e do ACAMPAMENTO, único espaço para crianças, a TENDA GALÁTICA, local para oficinas sobre o Calendário Maia, sobre Xamanismo, sobre Moradas Circulares feitas com bambu…E o pórtico de entrada onde se situam os preceitos de quem participa da ALDEIA e onde são recebidos os novos aldeões e/ou visitantes, locais sempre “encantados” com ARTE.
Essa tecnologia social está alicerçada na ECOPEDAGOGIA E CIDADANIA do Instituto Paulo Freire, sob a direção de Moacir Gadotti, nos 34 anos do ENCA (Encontro de Comunidades Alternativas do Brasil), do Movimento do RAINBOW no mundo inteiro, nos “CHAMADOS DO BEIJA-FLOR” – encontros de visões.
Único espaço de garantida alimentação vegana.
www.iteia.org.br/aldeiadapaz2010

Alguns focalizadores: Leal Carvalho – maestro, compositor, de São Tomé das Letras; Marcos Mandala – bioconstrutor, calendário Maia, vive nas montanhas prox à Curitiba; Oscar – Xamã, guardião do fogo em todas as Aldeias da Paz do FSM nestes 10 anos; Marcos Ninguém, Nara e Fábio – Estação de Permacultura Aldeia 2012; Thomaz Enlazador – ecopedagogo da ONG Bicho do Mato, Pernambuco; Kaline Ribeiro – Bicho do Mato ; Claudia Lulkin – nutricionista; e Marco Krug – designer, paisagista e arte-reciclador da cozinha vegana de Porto Alegre; Mestre Chico – griô, educador popular; Zé do Rio – griô, poeta, escritor; Boriqua – representante do povo Boriqua de uma das ilhas das Antilhas (Porto Rico); Sieli – mãe da Estrelinha, focalizadora da Flor das Abelhinhas, viveu por 5 anos na Itália, Espanha e Portugal; Dario – italiano; e Julia, argentina, focalizadores do TEMASCAL; Maria Medianeira – psicopedagoga do Paraná, profunda conhecedora de Plantas Medicinais; Pedro Jatobá – designer, proponente da Produtora Cultural em software Livre e muitos muitos outros mais.