abril 23, 2010

Tortura e sacrifício de animais em rituais religiosos


Saiba quem é autor da lei que permite tortura e sacrifício de animais em rituais religiosos



O Deputado Edson Portilho, do Rio Grande do Sul, teve a desventura de criar um projeto de lei que permite que os animais sejam torturados e sacrificados em rituais religiosos.
O parlamentar, sabendo que os protetores dos animais se manifestariam, fez a seguinte trama: marcou a apresentação para votação da lei num dia de julho, mas fez um chamado urgente e marcou a reunião às pressas, mais cedo. Os únicos avisados foram os demais deputados. Ou seja: não havia defesa.
Os animais não tiveram oportunidade de ter pessoas que os representassem. Quem poderia responder por eles? E aconteceu o que mais temíamos: houve 32 votos contra os animais e apenas 2 a favor. Os animais agora poderão ter olhos e dentes arrancados e cortados em vários pedaços para fazer o tal Banho de Sangue. Os animais que não servem mais para o ritual são mortos a sangue frio, conscientes e sem qualquer anestesia.
Por isso, vamos garantir que o deputado nunca mais consiga se reeleger. Divulgue, para que Edson Portilho não se eleja para mais nenhum tipo de cargo.
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via Vista-se


Tripoli solicita revogação de lei que legaliza crueldade contra animais no Rio Grande do Sul


Vice-líder do PSDB na Câmara, o deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP), solicitou nesta sexta-feira à governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, que revogue a Lei 12.131 que altera o Código Estadual de Proteção aos Animais do Rio Grande do Sul. Em ofício ( veja a imagem do ofício )enviado ao gabinete da governadora, Tripoli argumentou que a proposição sancionada em 2004 afronta o bem-estar animal pois permite que ocorram maus tratos em rituais das religiões afro-brasileiras.
“É uma proposta malfada, uma atrocidade. Nossa manifestação é contrária pois a lei permite que os animais sejam torturados e sacrificados indiscriminadamente durante cerimônias religiosas”, atentou. No documento, o parlamentar paulista também ressaltou que se houver necessidade entrará com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) junto ao Supremo Tribunal Federal com a finalidade de suprir a lei.
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via Vista-se



Mobilização nas redes sociais promove revogação de lei que permite crueldade contra animais no RS

Alexandre Costa | 24 de abril de 2010
Após extraordinária manifestação de internautas, deputado solicita revogação da lei que permite que animais sejam torturados e sacrificados indiscriminadamente durante cerimônias religiosas no Rio Grande do Sul.
O vice-líder do PSDB na Câmara, o deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP), solicitou no final da tarde de sexta-feira (23) à governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB-RS), que revogue a Lei 12.131/2004 que altera o Código Estadual de Proteção aos Animais do Rio Grande do Sul. Em ofício enviado ao gabinete da governadora, Tripoli argumentou que a proposição do deputado Edson Portilho, sancionada em 2004, afronta o bem-estar animal, pois permite que ocorram maus-tratos em rituais e cerimônias religiosas.
“É uma proposta malfadada, uma atrocidade. Nossa manifestação é contrária, pois a lei permite que os animais sejam torturados e sacrificados indiscriminadamente durante cerimônias religiosas”, atentou. No documento, o parlamentar paulista também ressaltou que, se houver necessidade, entrará com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) junto ao Supremo Tribunal Federal com a finalidade de suprir a lei.
A ação do deputado veio na hora certa, e acredito que foi motivada por milhares de pessoas que se uniram para repugnar a lei. Quando vi a ”nota” que mencionava a atrocidade contra os animais no site da Anda (Agência de Notícias de Direitos Animais), resolvi transformá-la na matéria principal do meu blog.
Fiquei indignado com tamanha crueldade. Mesmo que para fins de cultos religiosos, é uma prática absurda de ser aceita. Depois de publicada, divulguei durante todo o dia no meu twitter, no Orkut, sites agregadores e em outros blogs. Com isso mobilizamos milhares de colaboradores que utilizaram a rede para denunciar. Várias pessoas retuitavam e criavam hashtags de denúncia e repugnação contra esta prática e contra o político autor da Lei. A mensagem foi reeditada, ganhando inúmeros apelos que se multiplicaram vertiginosamente na rede. No final do dia, o nome do deputado autor da infeliz façanha estava no topo do Trending Topics Brasil do Twitter, que mostra quais são os assuntos mais comentados do dia.
Acredito que a mobilização de milhares de blogueiros, twitteiros e internautas de um modo geral, foi fundamental para disseminar a notícia e ao mesmo tempo, resgatar a opinião da sociedade que na sua maioria ficou indignada com a lei. A matéria publicada em meu Blog e retuitada milhares de vezes foi apenas uma contribuição de uma grande manifestação promovida por internautas de todo o país. As redes sociais tem um poder que ainda não conhecemos e não sabemos realmente como utilizá-la.
Fonte: ANDA, Assessoria do Deputado, twitteiros e blogueiros envolvidos

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