março 24, 2010

SeaWorld

Ex-treinador de Flipper fala sobre o caso da orca do Sea World


O especialista em golfinhos Ric O’Barry, famoso por ter treinado Flipper e se arrependido, deu seu parecer sobre o caso da baleia que atacou e matou a treinadora no Sea World.
Foto: Junji Kurokawa / Associated Press
TraduçãoO ex-treinador de  "Flipper", diz que parques de animais, como o SeaWorld,  transmitem uma "má educação" para os visitantes


Um dos colunistas do Los Angeles Times, Steve Lopez, publicou um artigo em que questiona sua própria atitude de levar a filha ao Sea World. “Será que quero mesmo que minha filha pense que os animais selvagens existem para nosso entretenimento?” ponderou.
Foi quando ele decidiu consultar dois especialistas, o biólogo porta-voz do Sea Woirld Dave Koontz e Ric O’Barry.
Enquanto Koontz afirmou que os visitantes do parque experimentam “uma ótima apreciação desses animais e do ambiente em que vivem nos oceanos”, O’Barry discordou, dizendo que essa é uma “péssima educação.”
“Não existe conexão entre conservação e truques estúpidos impostos aos golfinhos,” disse O’Barry, que foi também o primeiro especialista a treinar baleias orcas no mundo.
O’Barry ainda afirmou que a falta de privacidade para mamíferos grandes como orcas e golfinhos no Sea World pode levar a um comportamento agressivo e violento, às vezes contra humanos e às vezes contra eles mesmos.
O’Barry foi o responsável por capturar e treinar golfinhos para o filme Flipper, quando mais jovem. Ele acredita que um dos animais que treinou cometeu suicídio ao recusar-se a subir para respirar, após uma longa jornada de exploração. Hoje em dia ele é defensor dos golfinhos e crítico árduo do adestramento.
Ele também participou do premiado documentário “The Cove”, que retrata a cruel matança de golfinhos em Taiji, no Japão.
Com informações de Los Angeles Times
via ANDA



A Sea Shepherd é mais segura que o Sea World





Por Capitão Paul Watson


Baleias Beluga em cativeiro no Sea World.
Baleias Beluga em cativeiro no Sea World.
Para todo o discurso de como a Sea Shepherd coloca em perigo a vida de baleeiros, marinheiros, caçadores e até supostamente da nossa própria tripulação, o fato é que em 33 anos de operações nenhum único membro da tripulação da Sea Shepherd foi morto ou gravemente ferido. Isto abrange mais de 250 viagens e confrontos em alto mar, em algumas das águas mais distantes e hostis do mundo. Também não tem qualquer ação da Sea Shepherd que tenha causado uma única lesão, muito menos uma fatalidade para os que perturbamos e impedimos de continuar as suas atividades ilícitas de exploração.
A Fundação Greenpeace está sempre acusando a Sea Shepherd de sermos violentos e irresponsáveis, mas o Greenpeace teve pelo menos duas mortes no mar, muitas vítimas, e tiveram vários tripulantes condenados por crimes.
Nenhum membro da tripulação da Sea Shepherd foi condenado por um crime em qualquer parte do mundo.
Outra crítica da Sea Shepherd é o Sea World, cuja escravização das baleias orcas e golfinhos gerou centenas de milhões de dólares em lucros.
E agora, mais uma vez um prisioneiro do Sea World – Tilikum – matou pela terceira vez um ser humano.
Eu não posso culpar Tilikum. Se eu fosse retirado do oceano e jogado em uma cela de concreto por quatro décadas, eu estaria sujeito a ter um acesso de raiva também.
Nenhuma pessoa sensata anda sem escolta por todo o pátio de exercícios de uma prisão de segurança máxima, e é irresponsabilidade que um ser humano vire as costas para uma orca prisioneira, estressada e irritada – o predador mais temível do planeta.
A propósito, eu conheci Tilikum. Nos anos 80, participei de uma excursão do SeaLand do Pacífico como convidado especial de Bob Wright, o proprietário do estabelecimento. Ele queria que eu visse em primeira-mão sobre o que se tratava o seu negócio. Sentei à beira da piscina e acariciei a grande orca na cabeça. Eu também coloquei a mão em sua boca e coloquei a palma da mão em sua língua para que ele pudesse provar que eu não tinha medo dele. Lembro-me de olhar para o olho esquerdo desse magnífico predador, e o que eu vi lá foi resignação e tristeza. Ele não era uma baleia feliz.
A partir de então eu soube, como agora sei, que Tilikum não deveria estar em uma piscina.
Eu acho que o Sea World tem uma única opção honrosa. Eles devem devolver Tilikum para sua casa, no mar. O Sea World tem os fundos, as técnicas e a tecnologia para fazer a coisa certa, tanto para a orca quanto para o interesse da humanidade.
Se o Sea World não devolver Tilikum ao mar, a próxima vez que um ser humano morrer como vítima de uma orca irritada, frustrada, estressada, e possivelmente louca, não será simplesmente uma tragédia: será negligência intencional!





Matt Damon diz: Fechem o SeaWorld

“Eu acho que eles deveriam apenas fechá-los todos. Eu nunca fui um fã de lugares como esse.”
Matt Damon no SeaWorld
Este fim de semana, Damon juntou-se a Bob Barker e toneladas de outras estrelas que estão contra  o SeaWorld depois de ainda outro treinador ser morto pela Tilikum, a orca presa.
Os únicos moradores do oceano que queremos ver atuar? Matt Damon e os seus colegas de Ocean’s . Junte a  sua voz aos milhares que já disseram ao  SeaWorld para libertar imediatamente os seus animais dos santuários.
Fonte: Peta

Ler mais sobre SeaWorld:

Orca que matou sua treinadora: vitima ou algoz?

Assistam este vídeo que noticia o caso Tilikum de uma maneira ética e reflexiva, não deixem de assistir até o final.











Orca assassina já era motivo de preocupação no SeaWorld

A orca responsável pela morte da treinadora Dawn Brancheau, na tarde de quarta-feira, no parque aquático SeaWorld Orlando, na Flórida, já era conhecida como um animal perigoso, de difícil temperamento. Com mais de cinco toneladas,..."

O Globo


Seaworld: Orca mata treinadora em frente ao público em parque nos EUA em parque aquático na Flórida



Uma treinadora do parque temático Seaworld Orlando, no Estado da Flórida, morreu nesta quarta-feira depois de ser atacada por uma baleia assassina em frente à plateia. John Mulhall, porta-voz da equipe de resgate, afirmou que paramédicos foram chamados para o estádio Shamu, no parque temático, onde encontraram a funcionária Dawn Brancheau já sem vida.

Vídeo

Orcas em cativeiro causam acidentes porque ficam estressadas, dizem ativistas



Animal já havia causado dois acidentes anteriormente; treinadora era uma das mais experientes do Seaworld
Foto mostra treinadora durante apresentação, em 2005 Foto: AP
Foto mostra treinadora Dawn Brancheau durante apresentação, em 2005Foto: AP

Os administradores do parque aquático Seaworld devem se reunir para decidir o destino da baleia orca Tilikum, envolvida na morte da treinadora Dawn Brancheau, ocorrida ontem na unidade de Orlando, no Estado americano da Flórida. As informações são do diário britânicoThe Guardian.
Chuck Tomkins, chefe de treinamento de animais do Seaworld disse que ainda é muito cedo para saber o que vai acontecer com Tilikum. Depois de incidente parecidos ocorridos no passado, os animais são transferidos para outros parques, disse Tomkins.
A irmã mais velha de Brancheau, Diane Gross, afirmou que a treinadora não gostaria que nenhum mal fosse causado ao animal. "Ela amava as baleias como se fossem seus filhos. Ela amava todas. Todas elas têm personalidades. Têm dias bons e dias ruins."
O parque anunciou o cancelamento dos shows com baleias orcas após a morte, informou a agência AP nesta quinta-feira. De acordo com a edição online do jornal britânico, está é a terceira vez que acontece um incidente envolvendo o mesmo animal.
O comunicado do parque informa ainda que as unidades do Seaworld funcionarão normalmente nesta quinta e que foram cancelados apenas os espetáculos Dine with Shamu e Believe nas filiais de Orlando e San Diego, na Califórnia.
Morte em frente ao público
Dawn Brancheau morreu nesta quarta depois de ser atacada por uma baleia assassina em frente à plateia. John Mulhall, porta-voz da equipe de resgate, afirmou que paramédicos foram chamados para o estádio Shamu, no parque temático, onde encontraram a funcionária de 40 anos, já sem vida.
"Uma de nossas mais experientes treinadoras de animais se afogou em um incidente com uma de nossas orcas nesta tarde", afirmou Dan Brown, gerente-geral da franquia. "Este é um momento extremamente difícil para todos no parque Seaworld", disse Brown.
O porta-voz Jim Solomon, da polícia do condado de Orange, negou as informações iniciais dadas pela imprensa americana que indicavam que a baleia teria arrastado e atacado a treinadora no tanque. "Aparentemente, ela caiu e foi fatalmente ferida por uma das baleias", disse Salomon.
Testemunhas: ataque foi violento
Vitoria Biniak, que testemunhou o acidente, disse a uma equipe de televisão que a treinadora tinha acabado de explicar ao público o show que eles estavam prestes a ver.
Segundo Vitoria, a baleia surgiu de repente, atingiu Brancheau em torno da cintura e "a sacudiu violentamente" ao ponto de seus calçados caírem. Um funcionário do parque ouvido pela rede CNN, e que pediu para não ser identificado, descreveu o incidente da mesma forma.
A morte aconteceu durante o espetáculo chamado Dine with Shamu, informou Paula Gillespie à CNN. Ela disse que estava presente no show com sua filha. "Durante a apresentação tudo estava perfeitamente bem. Nós chegamos a descer para observar o corpo do animal no tanque de isolamento."
"Tudo parecia calmo e sob controle. A treinadora estava apoiada na baleia beijando e afagando o animal. Menos de cinco minutos depois ela estava no fundo do tanque e nós pudemos ver a agitação na água e as bolhas enquanto a baleia pressionava a treinadora", disse Paula.
Após o acidente, o público foi retirado e o parque foi fechado.
Repercussão entre especialistas
A orca chamada Tilikum, que significa amigo na língua dos índios Chinook, é uma das baleias que participam dos espetáculos com animais marinhos nos parques do Seaworld, que incluem ainda golfinhos e focas.
Jeffrey Ventre, um ex-treinador do Seaworld, descreveu Brancheau como uma profissional fantástica. Ele afirmou ainda que Tillikum é um grande animal, que fecundou pelo menos 13 filhotes.
"Ele é grande e impressionante. As pessoas chegam perto dele e é impossível não dizer 'uau'. Além disso ele é muito lucrativo para o parque."
Entretanto, Fred Felleman, um biólogo marinho que atua como consultor em Seattle, no Estado de Washigton, afirma que manter em isolamento animais como as orcas, que vivem em bandos, é bastante problemático.
"A verdade é que não temos instalações para acomodar adequadamente não só as necessidades físicas, as necessidades psicológicas e sociais destes animais", afirmou a uma emissora ligada à CNN na costa oeste.
"Nós respeitamos leões e lobos e mabecos como criaturas fantásticas, mas nós simplesmente não corremos pelo (Parque Nacional de) Serengeti (na Tanzânia) e tentamos pular em suas costas."
Jack Hanna, diretor emérito do Zoológico e Aquário de Columbus, em Ohio, e personalidade televisiva por seu contato com animais selvagens, afirmou que ele conhecia Brancheau e que "ela gostaria que seu trabalho continuasse".
"O que aconteceu é algo que acontece. Acontece no nosso tipo de trabalho. Eles são animais selvagens, são animais perigosos", afirmou. Hanna disse ainda que espera que o Seaworld continue a trabalhar com baleias orca.
A visão de Hanna é contestada pelo Peta, organização internacional que defende os direitos dos animais. Jaime Zalac, porta-voz da entidade, afimrou que a morte de Brancheau é "uma tragédia que poderia ter sido evitada."
Zalac afirmou ainda que sua organização entrou em contato com o Seaworld pedindo que o parque pare de confinar mamíferos marinhos em áreas que, para o porte desses animais, equivale a uma banheira.
"Nós também pedimos que o parque pare de forçar os animais a executarem truques estúpidos constantemente. Não é uma surpresa quando esses gigantescos e inteligentes animais se revoltam."
Outros casos
Pelo menos dois outros casos de ataques a treinadores foram registrados nos parques Seaworld. Em novembro de 2006, o treinador Kenneth Peters, 39 anos, foi mordido várias vezes por uma orca durante um show na filial do parque do em San Diego, no Estado da Califórnia. Ele escapou com um pé quebrado.
Em 2004, outra baleia do parque, em San Antonio, no Texas, tentou morder um dos treinadores.
Tilikum esteve envolvida, com outras duas baleias, em pelo menos mais um incidente. Em 1991, um treinador do Sea Land Marine Park Victoria, na Columbia Britânicam, no Canadá, morreu após ser arrastado para o fundo do tanque durante uma apresentação.
Leia o comunicado do parque na íntegra:
É com profunda tristeza que o Seaworld comunica que, nesta tarde, 24 de fevereiro de 2010, uma de nossas mais experientes treinadoras de animais faleceu após um acidente com uma de nossas baleias orcas. Já foi instaurada uma investigação para identificar a possível causa do ocorrido. Há muitos detalhes que gostaríamos de compartilhar sobre esse caso, mas vamos aguardar os resultados oficiais e torná-los públicos no momento adequado.

Fazemos questão de frisar que esse é um momento extremamente difícil para o Seaworld e todos os membros da equipe. Nunca tivemos, em 46 anos de história, um incidente como este, e todos os nossos procedimentos serão submetidos a uma rigorosa investigação. Estendemos nossas condolências à família e amigos da treinadora e iremos providenciar todo o auxílio a eles nesse difícil momento.

Treinadora do SeaWorld morreu de traumatismo múltiplo e afogamento, após ataque de Orca

O instituto médico legal do condado de Orange, no estado americano da Flórida, afirmou que a tratadora de animais morta por uma orca na quarta-feira em um parque em Orlando foi provavelmente vítima de traumatismo múltiplo e afogamento.
Dawn Brancheau, de 40 anos, morreu depois que uma orca a puxou para dentro do tanque, durante um show no parque aquático SeaWorld.
Orcas nadam em tanques no SeaWorld de Orlando, na Flórida, depois do incidente que provocou uma morte nesta quarta-feira (24). (Foto: AP)
Segundo a polícia, os colegas de Dawn tentaram salvá-la, mas não conseguiram porque a orca estava "agressiva demais". Eles tiveram de induzir o animal até um tanque menor e, por intermédio de uma plataforma, tirá-la da água antes de conseguir libertar a vítima, que não resistiu aos ferimentos.
A polícia afirmou que a investigação do caso continua, mas que tudo indica que foi um acidente.
Os parques SeaWorld Orlando e SeaWorld San Diego funcionaram normalmente nesta quinta, mas o show 'Believe' e o programa 'Dine with Shamu' foram suspensos por tempo indeterminado, informou um comunicado.
Foto de 13 de maio de 2005, cedida pelo SeaWorld, mostra a treinadora Dawn Brancheau e a atriz Evangeline Lilly, do seriado 'Lost', brincando com orca no SeaWorld de Orlando, na Flórida
Segundo a TV local, a treinadora morreu após ter sido atacada por Tilikum, uma das orcas mantidas no tanque de Shamu. "Shamu" é o nome da orca-símbolo do parque, também adotado por outras orcas que se apresentam nos shows.

Um casal de aposentados que estava na plateia disse à agência de notícias Associated Press que, no começo, a interação da treinadora parecia normal, mas que o animal "a pegou e começou a nadar com ela", segundo Eldon Skaggs, de 72 anos. Ele conta que o alarme tocou e o staff retirou as pessoas do local.

A irmã mais velha de Dawn Brancheau disse que a treinadora amava os animais e os tratava como crianças. "Ela não queria que nada acontecesse com as orcas". Brancheau era casada e não tinha filhos. Segundo a irmã, a família encara a morte como um acidente infeliz. "Ainda não acreditamos", disse.
Histórico
Parques da rede SeaWorld nos EUA já haviam sido palco de incidentes anteriormente. Em novembro de 2006, o treinador Kenneth Peters, de 39 anos, foi mordido e levou vários 'caldos" de uma orca durante um show em San Diego, na Califórnia. Ele quebrou um pé. Ela já havia atacado Peters duas vezes antes, em 1993 e 1999.
Em 2004, no parque de San Antonio, no estado do Texas, outro animal tentou atingir e morder um treinador. Ele conseguiu escapar ileso.
Comunicado
Em comunicado, o SeaWorld lamentou a morte e informou que uma investigação já foi instalada para identificar a possível causa. Leia a abaixo a íntegra do texto:
"Comunicado oficial sobre incidente no SeaWorld Orlando
É com profunda tristeza que o SeaWorld Parks & Entertainment comunica que nesta tarde, 24 de fevereiro de 2010, uma de nossas experientes treinadoras de animais faleceu em um acidente com uma de nossas baleias orcas. Já foi instalada uma investigação para identificar a possível causa do ocorrido. Há diversos dados e detalhes que gostaríamos de compartir sobre esse caso, mas vamos aguardar os resultados oficiais e divulgá-los no momento correto.
A treinadora de animais Dawn Brancheau, que foi morta por uma orca na quarta-feira, em foto de álbum de família. (Foto: AP)
Nós fazemos questão de enfatizar que esse é um momento extremamente difícil para o SeaWorld e todos os membros da equipe. Nós nunca tivemos em 46 anos de história de SeaWorld um incidente como este, e todos os nossos procedimentos passarão por severas investigações. Nós estendemos nossos sentimentos a família e amigos da treinadora e iremos providenciar toda a assistência a eles nesse difícil momento."
Veja um vídeo do Show Believe
Fonte: G1

Seaworld rechaça pedido de sacrifício e decide ficar com orca

A baleia que atacou e matou sua treinadora no Seaworld, em Orlando, no Estado americano da Flórida, vai permanecer no parque.
A diretoria do Seaworld informou ainda que o animal, um macho batizado de Tillikum, vai continuar interagindo com os funcionários do local.
O parque suspendeu temporariamente todas as apresentações com orcas e disse que vai rever seus procedimentos de segurança.
A treinadora Dawn Brancheau, de 40 anos, morreu no final de um show, quando a orca a agarrou pela cintura e a levou para debaixo d'água.
"Vamos fazer todas as mudanças necessárias para que isso não volte a acontecer", disse Chuck Tompkins, chefe de treinamento dos parques Seaworld.
Sete fêmeas
Tompkins rechaçou os apelos para que a baleia fosse devolvida a seu habitat natural ou sacrificada.

Segundo ele, a orca não sobreviveria nos oceanos porque passou muitos anos em cativeiro.
O treinador explicou que Tillikum tem um papel importante no programa de reprodução do Seaworld e que atualmente é parceiro de sete baleias fêmeas do parque.
Nesta sexta-feira, uma família que assistia ao show de Tillikum e Brancheau divulgou imagens dos dois momentos antes da tragédia.
Fonte




Killer whale attacks SeaWorld trainer


(tradução)
O recente ataque de Tilikum ao seu treinador no SeaWorld destaca os graves riscos que manter predadores selvagens em cativeiro representa para os seres humanos e animais.
A notícia de que uma orca cativa SeaWorld (baleia assassina) chamado Tilikum atacou e matou a sua treinadora chocou os americanos. O que é trágico sobre este incidente  é que não é a primeira vez que um mamífero marinho em cativeiro atacou um ser humano. Comportamento agressivo e repetido de Tilikum revela o sério risco ao bem-estar de pessoas e animais por razões de entretenimento.
Mantenha animais selvagens em estado selvagem
Apesar da indústria de cativeiro retratar como feliz, simpático e brincalhão, orcas e golfinhos são predadores. Na natureza, estes animais frequentemente expressam agressão contra outros animais e são, por vezes violentos. Orcas são bem conhecidos por seu comportamento predatório e foram gravadas a matar uma grande variedade de mamíferos marinhos, incluindo baleias. Houve um incidente no SeaWorld de San Diego em 1989, quando uma orca fêmea atacou outra orca durante um show. Quarenta e cinco minutos depois, uma das orcas foi morta. Refira-se que estas duas orcas eram de castas completamente diferentes e nunca teriam estado tão próximas em seu ambiente natural.
Temos também vários incidentes registrados de lesões, entre treinadores e outros trabalhadores das instalações por causa de animais em cativeiro. Um estudo realizado pela Universidade da Califórnia em 2004 descobriu que mais de metade das pessoas que trabalham com mamíferos marinhos haviam sido feridas pelos animais. Aqueles em contacto regular com animais, como instrutores ou funcionários envolvidos com a limpeza e reparação de caixas, tinham maior probabilidade de ser feridos. No entanto, estes incidentes são relatados raramente para o público.

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