maio 13, 2010

Bem-Estarismo e Vegetarianismo: um Círculo Vicioso


A ideia que temos de promover o vegetarianismo e o bem-estarismo em vez do veganismo e abolicionismo é um absurdo pernicioso promovido por organizações bem-estaristas que se beneficiam do lucro, aconselhadas por advogados que foram enganados pela sedução dos "líderes" - Singer, Pacelle, Friedrich, Newkirk, e assim por diante - em falsas crenças sobre por que o veganismo é entendido pelo público como "extremo" e mesmo "fanático".


Percebe-se nestes termos pejorativos, precisamente porque os "líderes" não procuraram fazer o veganismo como normal, a posição padrão de alguém que leva os animais a sério (Francione). Pelo contrário: eles têm consciência e deliberadamente fizeram o bem-estarismo e a carne "feliz" a posição central, enquanto difamam o veganismo como uma ética excêntrico de santos e heróis.


Mas esses "líderes", no entanto afirmam com ousadia descarada que devemos promover o bem-estarismo e a carne "feliz" porque o público não é receptivo ao veganismo, quando de facto, é o bem-estarismo e a carne "feliz" que causam a não-receptividade. O resultado disto é que eles 'decadentemente' se auto-confirmam num problema, que eles eles próprios definem e criam. O efeito desta decadência é criar um círculo vicioso pelo qual a não receptividade ao veganismo supostamente justifica o bem-estarismo que por sua vez reforça (por oposição a enfraquecer ou corroer) a não receptividade ao veganismo - e assim ad infinitum.


Consequentemente, o movimento bem-estarista é projetado para se auto-alimentar para sempre - e assim fará a menos que reconheçamos que, imperativamente, os direitos dos animais nos compelem a rejeitar o bem-eatarismo e em vez disso fazer do veganismo a base moral, o padrão mínimo da decência, para a advocacia de direitos dos animais.


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